Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como conversarmos mais neste ambiente politico desprovido de respeito ao outro?

Como conversar…como se expressar genuinamente sem ser atacado…

Me manifestei pouco por receio. Difícil se manifestar numa polarização onde as argumentações dos dois lados são extremamente agressivas e desrespeitosas, seja em defesa ou ataque, onde parecem aquelas discussões de criança, onde se pergunta quem começou a briga primeiro e não se chega a uma conclusão já que ela simplesmente existe.

Todos cegos olhando para o passado, inclusive eu, tentando encontrar justificativas, ou a melhor justificativa.

Assumi um lado, o lado da coerência (minha) ligado somente a pessoa, desprovido de partidos, já que todos os partidos políticos e o sistema político do Brasil não me representa, me restou apenas olhar para os dois indivíduos, o que fala por si(em partes) e que vem de uma formação de professor, e o que não fala por si e vem de uma formação militar. Meu olhar foi apenas para futuro.

Escolhi (e me é um direito) o professor, mesmo não podendo votar nele por estar longe do meu colégio eleitoral. E toda escolha leva a uma renuncia, escolher é da vida e escolhi um.

Coloco o meu lado primeiro, com minha perspectiva (e sei que existem muitas outras infinitas, de pessoas que sofreram algum trauma emocional por A ou por B) para ter um lado, é impossível não ter um lado, estaria sendo incoerente e mentindo já que a escolha se apresenta, e não escolher também é escolher.

A partir deste posicionamento, como conversarmos frente as perspectivas diversas e antagônicas, podemos construir algo juntos? Com leveza? Com diálogo e proposições de futuro? O que podemos fazer no nosso entorno?

Provoco estas perguntas aos tristes e aos eufóricos. Não podemos achar que esta tudo resolvido, que encontramos um herói que irá nos salvar, ou escolheram um herói que não nos representa. Já não vivemos num mundo de heróis idolatrados, são apenas humanos, vivemos num mundo onde podemos tomar nossos próprios caminhos e fazer o melhor no nosso entorno para NOS FAZERMOS FELIZES.

Respondo a pergunta que me provocou a escrever, CONVIDANDO para conversar abertamente, o que podemos fazer por uma convivência melhor, uma qualidade de vida melhor, POR MAIS CONFIANÇA, por mais alegria e felicidade?

Esse convite não parte só de mim, não nasce aqui, reverbera de outros convites que recebi para conversar, mas quiz trazer mais lucidez de como fazer estes convites, convidar para uma conversa com o propósito de…?

Conversar com respeito, ouvir, olhar para o futuro e se perguntar do fundo do coração, o que eu posso fazer de melhor, qual o melhor de mim pode ser utilizado para gerar bem no coletivo do meu entorno?

Como é viver sem heróis?

Como é viver sem heróis?

Para quê nos separamos tanto? (28/out)