Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

E se fossemos artistas? Artistas do se fazer feliz? (27/out)

Gosto muito de brincar com a palavra arte…ela é indefinida, amorfa, única a cada uso, entendível a todos como algo único do individuo, algo bonito, e muitas vezes por mais feio que possa parecer sempre existe alguém que consegue apreciar o bonito, o belo o único da obra criada.

Me pergunto muitas vezes, como seria se tudo que fazemos fosse visto como arte? Como seria?

  • Imagino que os julgamentos seriam mínimos (não deixariam de existir) já que tem muita arte que não agrada alguns e tudo bem, a pessoa simplesmente diz que não le agrada e segue a vida sem ataques.

  • Penso que a inveja seria reduzida, já que não existem 2 artes iguais, então as tentativas de comparação, convencimento e sobreposição seriam deixadas e lado, seria apenas arte.

  • Creio que não tentaríamos criar cópias nossas, ou fazer com que as pessoas fizessem as coisas exatamente como fazemos, afinal, um artista faz sempre do seu jeito, a sua maneira.

  • É possível, que as frustrações aumentem, afinal teremos uma regra, todos somos artistas, e não importará muito se seremos bem ou mal sucedidos, pois isso é um termo de um mundo em que não todos são artistas.

  • Continuo explorando, e talvez a felicidade se expanda, já que cada ato será celebrado, e terá seu momento de apreciação da arte executada.

  • As conversas serão mais nutritivas, pois estaremos falando do que fazemos e não do que os outros fazem, a primeira pessoa substituirá o etéreo dos outros.

  • Teremos menos separações, afinal todos somos artistas.

Alguns pontos, e tenho certeza que se mudasse minha perspectiva para tratarmos humanos como artistas, teríamos ainda outros infinitos pontos positivos.

Foi só o uso de uma palavra fora de contexto. Foi apenas uma interpretação diferente dos fatos, uma percepção simples vista com uma LEVEZA MAIOR. Nada mais que isso, sem convencimentos, apenas uma checagem de possibilidades.

Talvez em algum momento possamos nos respeitar como artistas, e permitir que cada um tenha sua percepção de arte a sua maneira, buscando aquilo que lhe faz feliz, se permitindo sentir o caminho, o meio e não o fim.

Para quê nos separamos tanto?

Para quê nos separamos tanto? (28/out)

Qual a singularidade da subjetividade?

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