Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Podemos reconhecer outros? Conhecer novas histórias de quem já conhecemos?

Re-conhecer, conhecer de novo.

O reconhecimento, desperta inúmeros conceitos, é um ato celebrativo na maioria das vezes, creio que todos almejamos ou somos merecedores do reconhecimento.

Quero trazer o foco pra conhecer novamente, dar a oportunidade de conhecer de forma mais profunda alguém ou conhece-la através de outras perspectivas.

Espero que não seja só comigo, mas a máxima de que a primeira impressão é a que fica se repete com frequência, e por muito tempo fiquei amarrado a ela.

Muitas vezes conhecei alguém, a partir de alguma experiência não positiva. E ficou aquela impressão ruim, normalmente, e chamo de normal por que fiz varias vezes, me afasto, evito e abstraio do meu circulo uma pessoa.

Não é possível agradar a todos!

Penso que não é sobre agradar, ou se agradar do outro. Será que não merecemos outra oportunidade de nos re-conhecer. Começarmos outra vez? Será que não podemos criar espaços para expandir perspectivas e ver que não tem certo e errado, e simplesmente dois indivíduos diferentes?

Da mesma forma penso no quanto não conhecemos dos que já são próximos? Guardamos na memória uma perspectiva das experiências que já tivemos juntos. Uns diriam que quanto mais melhor, eu já partiria pra quanto mais profunda e de melhor qualidade melhor.

Sou praticante da arte de anfitriar, estar nos art of hostings da vida, me permitem conhecer profundamente novas pessoas. São lugares preparados para conhecer novos indivíduos e reconhecer os que já conheço. Espaços caórdicos preparados para nos conectarmos e nos reconhecermos.

Me vem em mente uma frase que pertencia a um quadro na parede da casa liberdade.

“Vim aqui te ver pra lembrar quem sou” (autor desconhecido por mim)

Talvez me permitir conhecer mais e mais dos outros, em neurônios espelho me permita deixar-me conhecer na mesma intensidade.

O que acontece quando percebo uma habilidade minha diferente ao contar histórias aos outros?

O que acontece quando percebo uma habilidade minha diferente ao contar histórias aos outros?

Como seria se conhecêssemos uma nova pessoa por dia? (6/out)