Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Que tal, falar o que sentimos, de onde sentimos, do como sentimos e do para quê sentimos? (17/nov)

Sentir…

Pense alguns segundos no que sente agora…força ou dor, alegria ou tristeza, o que te vem em mente? Talvez uma revolução ou um simples suspiro de tranquilidade.

Reparo nos últimos dias, na explosão que foi o Art of Hosting Leveza nas relações, e percebo que o que mais fiz foi expressar meus sentimentos, expressar minha vulnerabilidade. E COMO FOI BOM PRA MIM.

Não lembro de me sentir assim, de não ter medo de expressar o que sinto, de simplesmente soltar com empatia ao outro minha vulnerabilidade real, minha verdade, minha transparência.

Voltei pro meio empresarial, e mesmo tendo tomado uma patada de feedbacks sem valor e desagradáveis, ainda assim me conectei com o que é bom pra mim, e fiz o movimento de me vulnerabilizar e mostrar quem sou, o que vejo, desde um lugar de apreciação e amorosidade.

Já guardei sentimentos por muito tempo, escondi o que sentia por vergonha ou por medo do julgamento. E isso me desconectava, me deixava frio, longe e distante das pessoas. Será que não nos conectamos mais desse lugar vulnerável de sentimentos? Fico pensando nos meus movimentos nos últimos 5 anos e percebo que sim, muitas conexões se potencializaram desse lugar, seja na escuta ou na fala.

Olho pra minha história e vejo que por muito tempo o que me faltou foi falar o que sinto, mas não como um descarrego de emoções de raiva ou apreço, falo de falar sobre o que sinto sentindo, me conectando a esse sentimento de um lugar de fala do coração e não do mental. É possível, e não só isso, é necessário.

Podemos nos conectar de outra forma…pelo sentimento.

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