Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que acontece quando compartilho histórias no mundo? (18/nov)

Como é divertido contar histórias, as minhas que vivi e a dos outros que ouvi…

Venho percebendo a potência da contação de histórias nos projetos que vivo, o registro delas para os próximos que vem, o olhar do que já aconteceu de varias perspectivas.

Sim uma história não é contada de forma única se muitos a viveram, existem inúmeras perspectivas e lentes.

A lente da dor

A lende do conhecimento

A lente da nostalgia

A lente da saudade

A lente da perda

A lente positiva

A lente do medo e tantas outras lentes…

Quando compartilho histórias e as registro no mundo, elas ficam vivas, somam perspectivas e podem reestabelecer sentimentos ou relações. Contar a minha perspectiva da história e escutar a perspectiva do outro pode nos trazer uma sabedoria incrível.

Se compartilho essas histórias ressignificadas nas perspectivas possíveis outro campo de possibilidade se abre. Se abre a oportunidade de que outros se conectem a essa perspectiva e acessem a história de outro lugar, de outro contexto para utiliza-la como metáfora em suas vidas.

Metaforas alem de simbologia de formas nos ajudam a contar histórias a partir de outro olhar, nos percebendo como uma empresa de pizzas sustentáveis pode ser vista sob uma forma de árvore e ter sua história contada com o olhar desta perspectiva.

Contar história do que vivemos, nos permite não só compartilhar, mas também receber outros aprendizados dos que nos escutam.

Crescemos ouvindo histórias, eu adorava quando pequeno as que liam pra mim, e por que paramos?

Quantas histórias lindas ainda temos pra contar?

Quantas histórias lindas ainda temos pra contar? (19/nov)

Que tal, falar o que sentimos, de onde sentimos, do como sentimos e do para quê sentimos? (17/nov)