Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Quantas histórias lindas ainda temos pra contar? (19/nov)

Podemos escolher contar ou não…mas qual história?

Acredito que ainda viverei a melhor das histórias. A história completa da minha vida. Ela esta no inicio ainda. Muito por vir e por viver. Só em olhar apreciativamente para as histórias do futuro que irei viver, me permito experimentar o como irei registra-las, para ficarem marcadas no tempo.

Não basta vivê-las, tenho que aprender a conta-las com entusiasmo, com humor, com alegria. Imaginem meus filhos ou meus netos escutando histórias extraordinárias carregadas de detalhes, surpresas, aprendizados e personagens…

Ainda flutuo no que vivemos no ultimo final de semana, mas um dos inúmeros aprendizados, é em me preparar para poder contar as histórias que vivo, registrando-as em pequenos parágrafos.

Conto suavemente uma vivida recentemente, que envolve confiança, alegria, conexão, amor, e tudo um pouco que cabe a ela. Acolhemos uma fala difícil em um art of hosting, demos espaço para a voz que precisava falar, fomos surpreendidos num nível delicado, que de algum lugar balançou a confiança de um time.

Nesse clima instável, colocamos narizes de palhaço desafiamos o espelho com sorrisos, voamos sobre aguas geladas vestidos, mergulhamos sob chuva raios e trovões, nos erguemos em clima de festa, nos fantasiamos, rimos, fomos premiados com faixas, recebidos com emoção por tribos que gritavam nosso nome, e em ao cântico de musicas como EVIDÊNCIAS nos emocionamos, dormimos, e ao nascer do sol resolvemos confrontar nossas perspectivas mais duras, repletas de julgamento e justificativas, nos conectamos, nos abraçamos e repetimos uns aos outros, EU SINTO MUITO, EU ME/TE PERDOO, EU TE/ME AMO, MUITOOOOO OBRIGADOOO.

O hoponopono repetido em mantra entre lagrimas, sorrisos, carregou o ar de alegria, as lagrimas de desconfiança se transformaram em lagrimas de amor, de conexão, e elas regaram as sementes plantadas ao campo com entusiasmo de um domingo inesquecível, onde o palhaço chorou e o rizo sutil e genuíno venceu.

Uma história curta que pode ser contada em diversos tamanhos, sons, perspectivas e aprendizados, mas que resignifica muito a forma como me comportarei de aqui em diante quando for contrariado ou as coisas não sairem como o inesperado.

Menos idealização e mais abertura ao possível, assim sigo, contando outras novas histórias da minha vida.

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