Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como sermos mais leves e alegres com nosso próprio ser?

Estou na aprendizagem deste autocuidado e autoleveza….

Como é bom quando nos sentimos bem com nossas atitudes, quando abandonamos o próprio chicote e nos perdoamos, nos aceitamos, e cuidamos de nos mesmos com mais benevolência.

Fazia tempo que não utilizava a palavra benevolência, ela me veio, e ao ir mais afundo é a qualidade de alguém que dedica afeto e estima a outro, e como é bom quando conseguimos ser afetuosos com nosso próprio ser e conduzirmos nossa estima a um lugar de confiança.

Ok, a pergunta é o como, e que pergunta, já que nunca saberei um jeito certo, ou uma forma apenas, sinto que existem tantas formas quanto a infinidade de percepções e suspiros que damos ao longo do dia.

A pratica de me aceitar imperfeito, de perceber quando idealizo e frear meus ânimos focando no que é possível agora pra mim mesmo tem me trazido não só sabedoria de pratica, mas conforto, cuidado e mais energia para enfrentar situações mais duras.

Talvez eu escrevendo possa parecer fácil, mas não é, passei toda minha vida me cobrando pelo meu porte físico, pela falta de cuidado alimentar e de exercícios comigo mesmo. E de coração, meu cuidado neste sentido comigo mesmo sempre foi insuficiente. Na mesma medida me cobrei fortemente na busca da perfeição, sempre me cobrei pra ser o melhor, o mais rápido, e muitas vezes o cara que topa qualquer parada, qualquer desafio e resolve qualquer tipo de problema.

A vida foi me ensinando, que sim podemos ter músculos mais fortes em varias atividades, mas percebi que sendo leve comigo vou mais longe, abro espaço nos meus pensamentos para ideias e conexões, ao invés de pré-juízos e pré-ocupações. Sendo leve comigo minhas ações são mais duradouras e permanentes, já que ao ser leve e alegre comigo, de alguma forma transmito essa leveza e alegria ao outro, e pasmem, é super contagiante.

O Gus (Gustavo Pereira) tem me ensinado a rir das pequenas celebrações, e contagiar da própria leveza, da própria sutileza, de utilizar comigo mesmo o SIM E, O OK ERREI E APRENDI, OU O QUE BOM QUE ISSO ACONTECEU AGORA E EVOLUÍMOS e ESTÁ TUDO BEM.

A leveza e a alegria me despertam a criança, o lúdico, a brincadeira, o bobão e ao mesmo tempo o sutil, minha cara fechada de sobrancelhas grossas é substituída por um sorriso leve de palhaço sem nariz, e assim pouco a pouco, vou percebendo no rafa sem nariz, a leveza e a alegria do rafa palhaço sutil que sente e transmite carinho no olhar.

O que me deixa leve?

O que me deixa leve?

Como me sinto, quando gero o impacto contrario ao desejado?