Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como lidar com a complexidade do nosso entorno?

Não se é só o meu entorno, se eu que percebo, ou se só acontece comigo, mas..ta cada vez mais complexo…

Complexidade para mim é quando varias situações ocorrem ao mesmo tempo, mal consigo perceber uma e já acontece outra, não dou conta de tudo que acontece ao mesmo tempo, e por algum descuido algo escapa e não se torna bom.

Não sei se consigo resumir complexidade nesse nível, mas é como se tudo tivesse se movimento, cada ponto em sua direção, e houvessem poucos padrões, poucos comuns, tudo diverso ao tempo todo gerando algo novo.

Cresci na geração dos padrões, do tenho que, ou do temos que. O padrão é assim, todo mundo, a maioria, o correto é, a população, o bem visto, e…poderia citar outros tantos termos que cresci ouvindo na escola, em casa e em todos os lugares. Frases de bons costumes de uma geração industrial de padrões.

Ops…mudou tudo…os padrões se foram?

Será, talvez existam outros padrões, a complexidade do não padrão, a busca insana por números, estatísticas e dados para reestabelecer o padrão, e quando quase chegamos nele, ops, escapou de novo.

Felizmente, para alguns infelizmente, vivemos na diversidade do não padrão, da não solução única, da não solução mágica, do não obvio, onde toda e qualquer solução é uma solução possível ao complexo.

O modelo cynefin de Dave Snowden revela no complexo, um modelo que precisa ser tentado, sentido e respondido, é como se a cada novidade ou situação, precisamos tentar uma solução, senti-la e assim responder frente ao novo, o modelo complexo antecede o caótico. Estamos nele (na minha opinião), ou testamos sentimos e agimos ou somo engolidos pela avalanche de novidades e mudanças diárias no nosso entorno.

A pergunta de como lido, me pega forte, e talvez minha explicação siga o que o modelo cynefin traz como ótica, testo, mudo, me adapto, tento de novo, não funciona, tento mais uma vez, funciona repito e evoluo, e assim venho lidando com a complexidade do que faço e do como faço. Muitos me perguntam o que faço? Ou qual minha profissão? Talvez olhando para a complexidade me considere um navegador de mares desconhecidos, enfrentando o novo e encontrando novas formas de navegar no complexo, no caótico, trazendo caordicidade por onde passo.

O que sentimos quando o caos, substitui o complexo?

O que sentimos quando o caos, substitui o complexo?

O que me deixa leve?