Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como estamos nos conectando aos outros?

Nos conectando, é um estado de presença, é como se fosse uma ação constante no tempo.

Sinto que temos uma necessidade de conexão quase que o tempo todo. Talvez as redes sociais, tecnologias de comunicação nos confundam um pouco a respeito dessa conexão. Podemos achar por algum momento que estar em muitos grupos de whats, ou seguindo ou sendo seguido por inúmeras pessoas e curtidas sejam sinônimos de conexão.

Não é.

A conexão que falo, é sobre quem você conhece e quem conhece você proximamente. São pessoas com algum laço em comum presencial em algum momento das nossas vidas. Talvez algumas de longa data sejam uma conexão, mas pela distância e mudanças ao longo da vida já não estejamos conectados. Talvez outras conheçamos a pouco tempo, e estabelecemos uma conexão de proximidade muito forte a ponto de trabalharmos juntos ou nos divertirmos juntos.

Temos é claro nossas conexões familiares, não as de parentesco, mas sim aquelas que consideramos irmãos por nos apoiarem e estarem conosco na jornada.

A pergunta do como vem muito ligada a frequência, quantas conversas significativas estamos tendo. Lembram da roda do chimarrão (pros gaúchos) onde se conta a prosa, se atualiza as novidades, cada um conta um pouco da sua vida e nos mantemos próximos.

Sinto que nós, seres humanos, somos dotados da necessidade de comunicação, de fala e escuta, de proximidade de alguém que queria ouvir nossas histórias, e também de ouvirmos histórias de outros. Claro que nos comunicamos por livros, talvez a escrita seja a comunicação mais antiga, o telefone ocupou o lugar das cartas e por que não hoje as video chamadas para superar as distâncias.

Mas nada, absolutamente nada substitui o encontro presencial, o abraço, o calor do sorriso, aquele tapa no ombro ou aperto de mão. O contato universal sempre supera qualquer língua, qualquer distância, necessitamos estar conectados desta forma.

Os modelos digitais não devem ser vistos como substitutos, talvez facilitadores, ou conectores para encurtar o tempo entre um encontro e outro. Estarmos em circulos, em rodas de conversa nos possibilita nos conectarmos com os outros e em algum nível com nós mesmos.

Falta uma semana para me aproximar de mais um Art of Hosting, mais um encontro, com conhecidos e ainda desconhecidos, mas que certamente depois de 4 dias de conversas significativas sairemos conectados.

De que círculos tem participado?

De que círculos tem participado?

Que outros espaços ou atividades me percebo conectado da mesma forma?

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