Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como não ficarmos ranzinza com referenciais desatualizadas?

Não gostei do ranzinza, me lembra os smurfs, e já fui tachado como ele. Mas talvez utilizaria o ser chato, se tornar chato ou aborrecido, quanto aos referenciais desatualizados. Ou seja, acostumado com referencias a padrões que já não valem mais.

Varias vezes justifico ações baseado em aprendizados da minha experiencia, sobre uma ótica de referenciais que talvez não funcionem mais, esse olhar é como daquele funcionário antigo de uma empresa que se apoia na frase aqui foi sempre assim, e não esta disposto a mudar. Me baseio também em situações que aprendi, e considero vitórias mas que já perderam escala de valor nos meus valores atuais.

O mesmo olhar referencial não valido se repete quando achamos que fazemos algo bem e aparece alguém com menos de 20 anos fazendo muito melhor e muito mais rápido do que fazíamos. Seja com um celular, ou com um controle remoto, ou uma nova forma colaborativa e fora da caixa.

A todo momento um referencial novo surge, alguém faz mais rápido ou uma nova ferramenta encurta o processo ou faz com que o problema que tínhamos antes já não exista mais, isso se chama evolução. Estamos em acelerada e continuada evolução, até onde?

Como nos percebermos evolutivos num mundo que evolui?

Como nos percebermos evolutivos num mundo que evolui? (20/dez)

Para quê, lutamos com as referências?