Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Medo de quê?

...medo para quê?

Para quê serve o medo? 

MEDO...

Vivo escolhendo, decidindo e permitindo.

Toda escolha que faço tem um medo em si, um olhar pro "futuro incerto" de infinitas possibilidades. Na incerteza sinto MEDO, na certeza também o sinto e pasmem, quando não decido NADA e fico parado é por quê o medo tomou conta do meu corpo me paralisando.

Já tive Medo de escrever, medo de falar, medo de me expressar...medo de me amar.

Se eu listasse todos os medos que tive, ou todos os medos que TENHO, entraria por um instante em uma lista infinita de bloqueios...de paradigmas que me limitam, de duvidas... OU listaria uma série de pontos de atenção que me apoiam a ESCOLHER.

Esta lista traria centenas de medos baseados na percepção do outro, externas a mim e que independem da minha escolha, medos baseados em juízo. Essa lista medrosa também traria em si os meus maiores medos, OS MEDOS DE MIM MESMO.

Quem eu sou? O quê vim fazer aqui? Como os outros me veem? Qual o limite entre a arrogância e a humildade? E se? Qual o meu papel? O que quero deixar? 

Quanta insegurança...quanto MEDO.

Talvez, os medos sejam só sinais, que me permitam estar presente no que importa pra mim neste instante. Escrever o primeiro texto, sendo eu mesmo, o Rafa, ME DA UM BAITA MEDO e tudo bem, sou humano e por isso me permito enxergar o medo como algo natural, como um feedback do universo que ME AJUDA A ESCOLHER.

Se minha escrita tiver um erro, de OrToGrAfIa ou de GrAmAtIcA, estou aberto para que o universo me apoie a corrigir, colabore comigo em comunicar o que sinto, independente da escrita, e la se vão alguns medos.

Escolho a partir de hoje 28/04 me permitir criar novos hábitos de escrever primeiramente PARA MIM MESMO (egoísmo a parte), e quem sabe meus textos do HOJE, sirvam para o meu EU do amanhã, ou humildemente inspirem outros a construirmos um mundo repleto de colaboração e troca de experiências, com menos medos, mais autonomia, colaboração e liberdade.

Escolho aceitar o medo, e olhar pra ele com a liberdade da aprendizagem, a liberdade de aceitar a mudança que novas escolhas me proporcionam. Mudei muito, continuo mudando, e a única certeza que tenho é a MUDANÇA, com medos naturais, mas com a certeza de confiar em mim, de me amar o suficiente e me permitir continuar ESCOLHENDO TER MEDO.

O que me paralisa? 

O que me paralisa?

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