Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Em que lugares estamos conversando com profundidade?

Onde? Quando? Quem? Por quanto tempo?

Ando alheio as noticias e a tormenta de medo das mídias, pelo contrario, estou imerso nos últimos 6 dias, em lugares para conversar o que realmente importa.

Conheci a arte de anfitriar conversas significativas em 2014, no Estaleiro Liberdade, não foi propriamente um Art of Hosting, mas naquele lugar, na casa liberdade, naquelas sextas feitas e outros dias da semana eu tinha conversas com profundidade sobre mim e sobre pessoas que me escutavam com atenção.

De la pra cá, estou pela quinta vez neste espaço de conversa profunda, onde somos íntegros com nossas intenções de conversa, com nossa abertura, presença, arte de escuta e de fala a partir do coração. Me proporciono estar nesses espaços, por sentir que preciso destes lugares para conversar, e também estes lugares precisam da minha conversa. Não entro no tom de demanda de precisar, mas sim de sentir, de me conectar.

Escrevo agora, tarde, as 23:51 por passar um dia inteiro preparando um lugar, um espaço, uma energia para 51 pessoas que vem até nós amanhã conversar sobre colaboração, sobre o mergulho em um próximo nível de colaboração.

Não sei o que vai acontecer, e isso me diverte, não sei os conhecimentos que vão surgir e isso me anima pelas infinitas possibilidades que se apresentam. 

Me sinto agora no meu estado pleno de criatividade, fazendo o que gosto, anfitriando, convidando, e entregando um amor pleno de confiança para receber uma nova conversa com profundidade que vai reverberar por um longo tempo na memória dos que estarão aqui, assim como das ações, projetos e mudanças que podem ocorrer depois dessa conversa significativa.

Como ME SINTO quando recebemos meus convidados?

 

Como ME SINTO quando recebemos meus convidados?

Como lidamos com a incoerência?