Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como ME SINTO quando recebemos meus convidados?

Sentir, fazer sentido...

Talvez eu tenha que refletir essa pergunta por mais tempo, ou somente agora consiga escrever, afinal no dia 31 com a energia concentrada no Art of Hosting não me foi possível, e tudo bem, afinal escrevi 33 dias seguidos e por que não escrever mais de um texto por dia nesses dias pós Art of Hosting.

As coincidencias persistem, por quê já havia escrito um texto, e ao publicar por falta de rede o perdi e volto aqui a ter a percepção, de que o primeiro convidado que recebo sempre, é a mim mesmo, posso abrir uma conversa sozinho e ninguém aparecer, e mesmo assim estarei me anfitriando. 

Anfitriar a mim mesmo me traz todo tipo de sentimentos, as vezes culpa, as vezes medo, as vezes alegria, mas sempre um novo aprendizado e o sentimento de estar em evolução.

Hoje não foi daqueles dias que levantamos trofeus, mas foi daqueles dias que olhamos e dizemos quantos aprendizados por se permitir mergulhar na experiencia de deixar vir o que tem que vir. Alguns gatilhos emocionais antigos dispararam hoje, o gatilho da inseguridade, disparou em mim o facilitador, me deixando em alguns momentos longe do anfitrião que gosto de ser, disparou em mim reflexos de autoritarismo ao responder perguntas sobre regras, ou morder uma maçã com ironismo inocente mas focado na alegria.

Estar disposto a aprender, é receber os aprendizados através das alegrias e também do confrontamento da nossas inseguranças, por isso quando respondo como me sinto, trago a reflexão que depende do momento, depende da situação o sentimento é variavel.

Venho de muitos dias de euforia, experimentando e acertando, vibrando, alegre, divertido, leve, mas como todo aprendizado é construído através de erros, eles nos trazem a presença dos hábitos invisíveis que podemos melhor, das palavras inadequados que podemos substituir e porque não, da melhoria de presença a cada passo dado.

ME SINTO FORTE POR PODER ME ANFITRIAR e isso me permite ANFITRIAR OUTROS COM O CUIDADO NA PRESENÇA, NA VIBRAÇÃO CONSTANTE E A ENTREGA DE AMORIZADE A CADA PALAVRA E ESCUTA.

Ser ético colaborativamente é um desafio, e por que não UMA PROPOSIÇÃO DO CUIDADO DO NÓS, eu junto aos demais.

Qual a diferença entre facilitador e anfitrião?

Qual a diferença entre facilitador e anfitrião?

Em que lugares estamos conversando com profundidade?

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