Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como simplificar o perdão? Como começar?

Comece por si próprio...

O auto-perdão ou o ato de soltar o que não faz mais sentido. O olhar de que fizemos o nosso melhor, QUE FIZEMOS O MELHOR POSSÍVEL e que aprendemos algo, mesmo que singelo, nos traz o perdão natural. Permite emergir a conversa consigo mesmo que mais importa. Quando estamos em silêncio, seja meditando, ou tomando banho, estamos tendo uma conversa interna, estamos nos anfitriando como já escrevi alguns dias atras. Nessa conversa, afirmar a si mesmo que fizemos o melhor possível, que aprendemos, e quem sabe na próxima faremos melhor ainda nos traz o conforto de saber perdoar-nos.

Aquele que não sabe perdoar a si mesmo, lamentavelmente é incapaz de perdoar os demais, posso estar errado, e tudo bem, mas me parece estranho alguém que é incapaz de se perdoar a si mesmo, estar presente e em compaixão suficiente para perdoar os demais...

Experimentei algumas praticas de perdão, pratiquei mesmo. Experimentei nos Seminários Insight, no Guerreiros do Coração, no Superando Bloqueios do John Croft e da Liz, nas minhas terapias com minha Psico Flavia, ou em sessões com a minha coach Zaira Cabreiras.

Digamos que só praticar não basta, sou daqueles que precisa entender...Ao mudar a palavra cuidar-me para anfitriar-me, tudo fez mais sentido, o aprender a conviver comigo, me perdoando, me fez perceber o quão era injusto com os que me cercavam, estão todos dando o seu melhor, cada um do seu jeito. O melhor de cada um não é o meu melhor, e nunca vai ser, paciência, persistência e compaixão, para estar anfitriando os demais e a mim mesmo todo tempo, tudo junto, o tempo todo.

Ahh sim, as vezes ao liderar transformações, nem todos estão dando o seu melhor, mas quem sabe ao invés de apontar o dedo da culpa, estendermos a mão do perdão mostrando outras possibilidades de fazer melhor na próxima ocasião...ou de seguir novos rumos.

E quando não há nada a fazer? Quando me sinto um grão de areia? O que fazer?

 

 

E quando não há nada a fazer? Quando me sinto um grão de areia? O que fazer?

Onde dói quando sinto culpa? 

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