Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Quais minhas fortalezas e fraquezas de 10 anos atras, comparadas com o hoje? (30/jun)

A pergunta veio presente em um momento de duvida, de incerteza, como se eu me perguntasse também o que já mudei e evolui em mim, com um olhar de horizonte de 10 anos? Talvez os últimos dias tenham sido de perguntas sobre futuro, tentando olhar bem distante.

Já se vão quase 4 anos onde planejo muito pouco do futuro, no máximo 6 meses, tenho aprendido a viver o presente, e sim com um olhar simples de intenções no futuro mas sem fixa-lo, falava em valores na sexta, e ao ler os valores de um estudo sobre mim mesmo do ano de 2008 me deparei com minhas fortalezas e minha fraquezas a época. Ao reler-las notei que as fortalezas ainda permaneciam firmes, somadas a outras mais, de pronto me revelou que realmente as experiências e os conhecimentos não nos podem ser tirados, são como habilidades adquiridas, que mesmo não utilizadas permanecem ali, disponiveis.

Trago algumas dessas fortalezas, que permanecessem escritas iguais...

  • Desafiador, busca constante de soluções para problemas de alta gravidade

  • Busca incessante pela inovação em soluções

  • Trabalho focado nas pessoas,

  • Gestão integrada de pessoas e conflitos

  • Motivação constante dos liderados

  • Atualização constante na área de liderança

  • Forte capacidade de adaptação e mudança

  • Alto conhecimento em tecnologia da informação

  • Facilidade com implantação de processos de controle

De 2008 pra ca olho como se eu tivesse potencializado estas fortalezas, preenchendo-as com mais experiências e aprendizados. Não sei quantas pessoas já fizeram um planejamento estratégico de carreira (não me vejo fazendo nos dias atuais), mas me parece simples fechar os olhos e voltar no tempo, as experiencias que vivia a 10 anos e como as enfrentava, a menos que você tenha menos de 28 anos, não deve ser difícil revisitar estas fortalezas.

Revisita-las agora, e sempre, olhando para quais são minhas potencialidades e se as tenho utilizado, me ajuda a um olhar de aceitação do que já ocorreu, sentindo-me presente e preparando um olhar para o futuro com novas decisões.

Ok, olhar para as fortalezas é divertido, é bom,  as vezes podem estar adormecidas, outras não sendo utilizadas, ou as vezes sendo utilizadas em excesso (o que também não é bom). E as fraquezas, debilidades ou pontos de atenção para melhora?

Sito as que percebi 10 anos atras, e neste momento de duvida e olhar interno me revisitam...

  • Baixa auto-motivação, necessidade de motivação superior constante

  • Tendência a acomodação e irritação na falta de desafios

  • Excesso de carga nas cobranças onde a confiança foi abalada

  • Excesso de autoconfiança e pouca modéstia

  • Tentar resolver sozinho os problemas

  • Nervosismo pela preocupação pelo 100%

  • Desapontamento exagerado no não funcionamento das programações

  • Comparação constante com situações em outras empresas

  • Inconformidade pela falta de agilidade dos procedimentos das outras áreas, criando atritos com demais áreas de apoio da empresa

É como que eu percebesse realmente o quanto deposito frustração nos comportamentos externos de outros ou na minha na expectativa de outros. Abandonei o perfeccionismo do 100% e um pouco da soberba que as vezes retorna silenciosa. Desaprendi a trabalhar sozinho, trabalhando sempre em coletivo, e ao ler sobre confiança, talvez nunca aprenda a lidar com relação a perda de confiança, ou as minhas reações quando ela é abalada.

Olhar para traz para buscar aprendizado, para frente para fazer novas escolhas, me faz perceber que sou humano, que somos humanos com todas imperfeições, fraquezas e fortalezas. Que talvez a perfeição, ou o equilíbrio seja em estar presente o suficiente para parar e pensar que ferramenta utilizar, como reagir e sentir a cada decisão que novas fortalezas podem ser experimentadas e fraquezas deixadas de lado, seja quando for, hoje, amanhã ou daqui a 10 anos.

Como o autoconhecimento e a respiração me ajudam a decidir?

 

Como o autoconhecimento e a respiração me ajudam a decidir?

Que valores quero plantar para o futuro?