Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Que lentes estamos utilizando quando criticamos alguém?

Imagino que sejam lentes de expectativas frustradas, lentes de expectador surpreendido.

Tenho a critica presente no meu dia a dia, e ela é expontânea, natural, emerge no momento, no tempo presente. Penso, sinto e tento refletir o como e "Para quê" ela se manifesta, de onde ela vem para entender que lente é essa. Por ser um habito é como se ela fizesse parte de mim, minto para mim mesmo que ela é parte de mim algumas vezes. Mas algo muito carinhoso do meu eu diz que não, que a critica não faz parte de mim, é só um habito que construi e posso reconstruí-lo com outro significado.

É como se eu tivesse um pote lindo, brilhante sendo preenchido aos poucos com coisas lindas, até que surge a critica, na maioria das vezes podendo ser interpretada como um líquido escuro que preenche o restante dos espaços do pote, e só ela, a critica,  fica visível.

Se deixo ela aflorar, é como se eu pudesse matar tudo de belo que foi construído minutos antes. Sempre tenho a opção de segurar, respirar, trocar a lente, e sentir o que estou aprendendo ao criticar o momento ou situação. Esse segurar é dificil e complexo, mas como todo novo habito exige esforço para ser construído, creio que o de ressignificar a critica não seja diferente. 

Segura-la por alguns segundos, transforma-la em elogio, pode não somente mudar a lente, como iluminar novas relações.

Dar luz a outros olhares ao belo do meu entorno.

Quantos segundos preciso para ressignificar algo que esta presente em mim?

Quantos segundos preciso para ressignificar algo que esta presente em mim?

Em que situações do dia podíamos começar com um elogio?