Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Qual a força da conexão quando nos sentimos parte?

Força e conexão quando juntos são poderosíssimas. 

A conexão genuina quando gera sentimento de pertencimento, traz em si a força e energia do individuo. Me explico, é difícil estar em organizações ou grupos que nos sentimos assim, as vezes nos conectamos com propósito, mas ao chegarmos no grupo, ficamos cheios de melindres nas perguntas de podemos ou não podemos.

Outra vezes, não nos conectamos pelo propósito, e sim meramente pela ação isolada, apoiamos em algum momento, podemos comunicar sobre mas não nos sentimos parte. Isso vem também do movimento de estarmos próximos a algo mas ainda não nos sentirmos partes.

Vejo nos cultos religiosos, procedimentos ou rituais, de entrada, com passos claros de acesso, de saberes de práticas, com facilitadores pensados para estes processos, depois deste entrar, existe o abraço, ou recepção e cuidado de novos entrantes. Tudo muito bem cuidado, não me apego aqui a religião e o cunho da crença em si, mas sim nos processos organizacionais presentes, e do encorajamento a ações e a força de conexão gerada.

Trago estas perspectivas, para por na mesa o quão deixamos na borda os processos de integração e pertencimento de novos participantes, e mesmo quando isso existe, o quanto é deixado de lado o cuidado para manter esta conexão de presença forte.

Me pego a gestos simples, como um white paper de uma criptomoeda, os passos de aproximação, entrada e convivência são simples, claros, visíveis e transparentes, e normalmente existe uma massa critica discutindo e trabalhando na manutenção e evolução desses processos de conexão humanas. É tecnológico? sim, mas também muito humano.

Fica a pergunta, se os processos de integração, de chegada, e de cuidado de um novo participante de qualquer circulo não deve ser clarificado, comunicado e decantado exaustivamente. Com o foco em que este novo participe se sinta parte, e mantenha-se sentindo-se parte, potencializando as forças de conexões internas e externas de qualquer organização.

Como tenho trabalhado com as dualidades que se apresentam?

Como tenho trabalhado com as dualidades que se apresentam?

Mas afinal, como experimento uma DAO?