Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Do que tenho medo?

Não sei se começo a lista, ou discorro sobre os tipos de medo.

Fico com os tipos:

  • Fracasso
  • Desvalorização
  • Culpa
  • Inocência 
  • Solidão
  • Morte
  • Insuficiencia

Não sei se são só estes, mas são os meus principais. Olho pra esses agrupamento de medos, e posso utilizar estes 7 acompanhados em todos os âmbitos da vida, nas relações sociais, familiares e profissionais. 

Tenho tido medo, do futuro, mas é um pré-medo, uma pré-ocupação do que vem por ai. Se estou presente, não devia estar alinhando os medos do futuro. Medo do passado talvez sejam ações que fiz e que ainda podem gerar reflexo, então simplesmente também são medos do futuro também.

Será que tenho medo de algo agora, no presente? Sim, quando cruzo uma esquina, aperto o acelerador, chego numa rua escura, vejo alguém mal encarado se aproximando, ou quando simplesmente me assusto ao caminhar nas ruas de Porto Alegre olhando repetitivamente para traz.

Olhando assim, me parece que os medos do agora, são medos relativos a sobrevivência, a instinto, um medo animal.

E ao perceber que todos meus medos são do futuro, me pergunto como confronta-los? Percebo a positividade de poder encontrar no medo ou risco, um olhar de permitir uma ação que pode mitigar este risco. Talvez o beneficio fique ai, o beneficio de gerar alternativas previamente, mas ainda no enfoque de pre-ocupação.

E se? Ao olhar para esses medos do futuro, eu os ressignifique e gere imediatamente intenções positivas, que cuidem e abafem este medo?

O que aconteceria com todos os medos? E se todos a nossa volta fizessem isso? O quanto de confiança e positivismo teríamos no nosso entorno?

Vejo muitos fugindo dos medos, eu inclusive, quando tenho medo de enfartar (pois não me cuido). E se confrontarmos os medos, e os tratarmos como sinais de um painel no nosso corpo, como um feedbacks ou frequências devolutiva que simplesmente nos toma a atenção para alternativas.

Fico com essa leveza incerta de aceitar e abraçar o medo, sem gerar pré-ocupações, e simplesmente considerar alternativas, validando na pratica assumindo que os medos realmente importantes são aqueles do hoje ligados a sobrevivência.

O que você deseja do mundo?

 

O que você deseja do mundo?

Como tenho trabalhado com as dualidades que se apresentam?

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