Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como aproximar pessoas através de ferramentas sem intermediários?

Cada dia fica mais difícil nos encontrarmos, o tempo corre, atividades, distrações e um isolamento compensado pelas interações em redes sociais e o mágico whats…

Precisamos de uma série de serviços, para podermos estar conectados, a intermediação já é antiga, são serviços para aproximar a necessidade e a oferta, o comprador do vendedor. Existe o serviço dos conectores de pessoas. Me considero um ser atuante nesse sentido, mas sem ser intermediário, já que não cobro, apenas faço com que recursos se aproximem.

Penso nessa aproximação e me dou conta que após 6 meses morando numa nova casa não conheço meus vizinhos, não sei o que eles fazem, o que ofertam, nem o que precisam.

Ainda nesse olhar, estou mais conectado a pessoas em Porto Alegre, a 750km de distância, do que aqui em Guarapuava, onde circulo todos os dias. Sou reflexo do isolamento digital e das bolhas que circulamos, e paro pra refletir que isso não é julgado como bom ou ruim. Simplesmente acontece, naturalmente, pelas circunstâncias, assuntos e mais precisamente pelos hábitos tido como normais, e mais práticos.

Mas que padrão tem nessas relações, nessas distâncias. Que ferramentas nos faltam? Bato na tecla que como humanos somos abundantes em recursos, só que, simplesmente não os vemos.

Não sei os números, mas deve surgir um app a cada segundo nesse planeta, um app que resolve algum problema, que conecta algo, que aproxima algo. São inúmeras as iniciativas para aproximar recursos, talvez as mais famosas UBER e Airbnb. Uma pausa. Um suspiro.

Sim, são mais dois intermediários, claro entregam um valor e são recompensados por isso, cobram e mesmo cobrando geram um economia de intermediação, já que conectam com apenas um ente entre ofertante e necessitaste.

Ainda foco em me perguntar, como nos aproximarmos sem termos intermediários, que a intermediação não seja um custo, e simplesmente um ato de aproximar pessoas. Que se houver custo que este seja diluído pela exponencialidade das aproximações que possam ocorrer.

O blockchain esta aí, a ferramenta da confiança. O conhecimento esta escancarado, aberto, disponível. Só falta nos conectarmos…precisamos nos reunir, fazer juntos, colaborarmos em escala local.

Volto para POA no final do ano, muito por que quero estar próximo dos recursos que conecto, quero estar criando novas possibilidades, ampliando as interações, ampliando as conexões de recursos, aproximando pessoas, sem intermediários.

Ahhh e as ferramentas? Vamos construí-las? Quem vem junto? Já tem uma galerinha nesse fluxo, bora, juntos podemos mais, sem intermediários.

Que recursos estas disponibilizando?

Que recursos estas disponibilizando?

Como coletivamente resguardarmos valor circulante para mitigar riscos?

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