Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que não sei que não sei?

Sabe aquelas manhãs pensativas, que sentimos que algo está presente mas não sabemos o quê?

Então, talvez seja essa vastidão, de sinais do que não sei que não sei…

Penso agora no que sonhei esta noite, de quais sonhos tive, não me lembro de nenhum, mas com certeza sonhei, visitei alguns lugares, estive com algumas pessoas, conversei, escutei, interagi com alguém nos sonhos que me acompanhara nessa ultima noite de sono.

Todos sonhamos, é o inconsciente pra alguns, o espiritual para outros, e ainda outros tantos significados que podem existir nas culturas diversas que temos aqui nesse planeta.

John fala sempre que o tempo do sonhar é atemporal, que temos o tempo passado, o tempo presente, e o tempo futuro. Que nos sonhos temos todos eles juntos, incluindo ainda nossa ancestralidade e o que veio antes de nós.

Refletir sobre meus sonhos, talvez seja a forma mais pragmática de escrever sobre o que não sei que não sei…

Realmente não consigo explicar porquês, razões, ciência, ou verdades sobre os sonhos. Simplesmente os experimento toda a noite, muitas vezes sem conseguir atribuir significado. Não sei o que acontece nos sonhos de verdade, mas eles existem.

Assim como os sonhos, existem muitos outros acontecimentos, experiencias, sincronicidade, que as vezes são chamadas até de mágicas, mas que acontecem, e são parte desse universo que não sei que não sei.

O infinito das matemáticas, a imensidão do universo na astrologia, as curas da vida, as respostas do espiritual, os recados da fé, os retornos em estado de confiança. E não só estas percepções sentidas por todos, mas quantas outras sentidas por culturas diferentes da minha estão nesse universo do não saber que não sei.

Fico novamente nessa manhã pensativa, me vem presente o SER do texto de ontem, me vem presente o aceitar que estamos aqui agora para SERMOS, e não para sabermos, já que as certezas da vida, são a morte e as mudanças.

Para quê expectativas?

Para quê expectativas?

O que sei que não sei?