Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que acontece quando fico preso ao futuro?

“O bom planejador esta sempre com um olho no futuro e outro no passado…”

Passei um tempo da minha vida planejando projetos e obras. Através destes aprendizados por um tempo planejei minha vida também, metas, objetivos, tempo, prazo, ganhos, economias, etc…

Esse andar frenético de alcançar algo, ou estar sempre orientado a alcançar algo me causou uma explosão, ou estafa em 2013. Trabalhar 14 ou16 horas por dia, cuidar para que tudo acontecesse conforme o planejado, de alguma forma ajustou minha mente a trabalhar orientado a futuro e fez com que de alguma forma eu deixasse de viver o presente.

Levei um tempo para alterar o software, alterar meus paradigmas. Tenho vivido os últimos anos sem saber o que vai acontecer no ano seguinte, no mês seguinte. No inicio foi um pouco assustador o não planejar, mas volta e meia vi que tinha que olhar para o futuro para orientar minhas ações no presente.

Esse olho no que está por vir, me trouxe a constatação de que o não planejar, também não é um caminho, que existe algo no meio, planejar demais engessa, planejar de menos atrapalha, qual o meio termo?

Esse voltar a olhar para futuro em demasia, voltar a planejar para frente, me trouxe mais uma vez para dinâmica de metas e resultados. De alguma forma esse estar olhando constantemente a frente tem me aprisionado em medos, em incertezas, em insegurança.

De alguma forma ficar gastando recurso tempo pensando no que vem por ai, daqui a 6 meses acaba de alguma forma gerando paralise por analise, fico analisando possibilidades, fazendo listas do que fazer, pensando em ações necessárias para ter algumas certezas.

Sem me dar conta comecei a gastar mais tempo do meu dia pensando no futuro, nas transformações que vem por ai ao voltar pra Porto Alegre em dezembro, e de alguma forma deixei de estar celebrando o presente, o que está acontecendo agora.

Me permito chamar a prisão do futuro, talvez vicio de futuro. É como se me fosse fácil criar cenários, pensar em possibilidades (o planejador presente), simular situações em minha mente do que ainda não aconteceu. De alguma forma estar olhando para esse lugar, que não existe ainda, torna-se uma adicção frenética carregado de medo e insegurança.

Perceber esse medo, e esse mar de possibilidades negativas e positivas, me traz de volta pro presente, pra encontrar alguma forma ou equilíbrio de habito em que eu dedique partes pequenas do dia a esses planos, e foque no que estou fazendo agora, no meu presente.

Olho para importância de termos a consciência das possibilidades que conhecemos de futuro, e que um pequeno olhar nos traga segurança. Fico na busca de que existe uma outra forma de olhar, com olhar mais presente de testar e validar hipóteses, de viver mais o presente da ação e confiar que as possibilidades futuras são infinitamente maiores do que as que limito em minha mente.

“Utilizar tudo para crescer, aprender e avançar.” (Seminarios Insight)

Por quê o planejamento limita o campo de possibilidades?

Por quê o planejamento limita o campo de possibilidades?

O que te faz sorrir?