Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como podemos celebrar mais?

Celebrar, é um reconhecer do caminho percorrido, e um condensando de muitos outros movimentos que temos esquecido no mundo e nas nossas relações.

Refleti recentemente por alguns dias, o quanto tenho deixado de celebrar, e o reflexo de não reconhecer os feitos e aprendizados em troca de ficar prezo no planejar e no expectar.

Venho experimentando novos olhares, vivi muito tempo no planejar e executar, insanamente intenso, na busca de mais e mais entregas de resultados. Revivi com intensidade neste ultimo mês a experiencia de me dar espaço para sonhar, para analisar o que realmente quero pra mim, e comunicar isso a outros, contanto os sonhos em que venho acreditando e construindo para mim.

Nesse periodo enfrentei desmotivação, desanimo e frustração, fiquei preso a olhar para o que não me servia, e deixei passar do meu lado a falsa impressão de que não estava realizando nada.

John Croft mais uma vez me trouxe uma nova ferramenta, a de que celebrar, reconhecer pode mudar a auto-percepção de desmotivação virando-a para um novo ciclo motivante. Entro então no como celebrar...

Dar feedbacks contantemente, focando no positivo, celebrando os QUE BONS, não deixando de confrontar a realidade falando dos QUE TALS, sim o feedback é um ato de celebração é uma entrega de valor possibilitando a reflexão do outro, possibilitando novas possibilidades de dialogo para emergir o novo. Temos que estar preparados para o feedback, portanto exercite o ato de pedir feedbacks, de perguntar como as pessoas tem visto o que tens feito, talvez seja surpreendente olhar pro que você faz sobre outra perspectiva.

Dar e receber feedbacks é uma arte, uma arte de celebrar, uma arte de reconhecer a si e o outro, a arte de avaliar habilidades aprendidas, de entender o respeito, de honrar os acontecimentos e se preparar para novos siclos a partir do novo.

Parece magico, complexo, mas sensível e sinceramente não é, parei pra simplesmente pensar com quantas pessoas estive nos últimos 90 dias e quanto entreguei a cada uma delas, pensei em quantas coisas concluí, pensei mais uns minutinhos em tudo que aprendi, e tudo que experimentei. Realmente foi intenso e muita coisa, e perplexamente no período que me achei talvez menos produtivo nos últimos tempos, foi o momento que mais reconheci entregas, e pontos de celebração.

O que acontece? Estou me dando a oportunidade dos meus próprios feedbacks, e tempos preciosos para celebrar e reconhecer.

O que acontece quando percebe instantaneamente que errou?

O que acontece quando percebe instantaneamente que errou?

O que acontece quando a calma causa uma estranheza?

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