Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Quando foi a ultima vez que reconheceu seus pais?

Acho que agradeci muitas vezes, mas pontuar tudo que percebi de positivo nas ações dos meus pais? Confesso que não tinha percebido o quão pouco tinha feito isso. Imagino que seja comum, já que não vejo muito isso por onde circulo.

Reconhecer o outro é uma oportunidade que temos de aprender conosco e o outro 2 vezes, é um re - conhecer. Me pego pensando a importância de estar em paz com isso. Te estar reconhecendo cada dia mais dos meus pais pelo que vive deles em mim.

Vivi em muitas organizações, algumas com dependências severas de hierarquia, e uma falta de iniciativa bastante grande. Costumo amarrar esses comportamentos ao termo necessidades de pai e mãe. Sem nos darmos conta durante nossa educação familiar, criamos hábitos de pedir permissão para tudo, de segurar a iniciativa com medo do que vão achar e aos poucos fomos podando nossa liberdade de fazer e agir.

Não tem culpados, é um modelo organizacional familiar que vem da era industrial onde o sonho dos nossos pais era de nos tornar especialistas em determinada atividade da industria capitalista. Para poucos deu certos, pra muitos foi frustrante ou nem ao menos oportunidade houve. Mas o certo é que aprendemos a pedir permissão para tudo, e esperar a oportunidade para executar a melhor ação.

Aos poucos pelo menos para mim, fui utilizando da rebeldia para construir um caminho diferente, fui um privilegiado de meus pais sempre deixarem meu caminho de escolhas aberto, para tomar o destino e rumo que eu bem entendesse, e mesmo assim não reconheci esta escolha sabia deles por um tempo. Sim mudei muito, sim troquei muito de emprego, sim sempre fui abrindo novas oportunidades. E por algum tempo as consultas psicológicas me ajudavam a me libertar do Rafa filho, para ser o Rafa pai.

Foi uma transição, no inicio neguei, por um tempo me afastei, por varias vezes calei, mas depois de muito tempo entendi que fazia parte do aprendizado, da transição do jovem pro adulto, e de perceber que o reconhecimento cura tudo, faz bem, nos faz chorar, sorrir e reconhecer a caminhada da vida, através de quem a deu pra nós, nossos pais. Então é só reconhecer, abraçar, sorrir e continuar…

Como o comprometimento reforça a confiança nas relações?

Como o comprometimento reforça a confiança nas relações? (18/jan)

O que acontece quando ressignificamos o reconhecimento de outras formas?

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