Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como as crianças de 5 anos lidam com a complexidade?

Brincando, rindo, experimentando, caindo, levantando e talvez SIMPLIFICANDO.

Lembro que quando minha filha passou por essa idade, diversas vezes me peguei dizendo o que ela podia ou não fazer, e trazendo regras do nosso convívio social pro comportamento dela. Ontem percebi uma diferença entre melhor ou pior.

Quem lembra de uma criança de 5 anos, na fase em que ela começa a experimentar tudo, dedo na tomada pra levar choque, colocar tinta colorida na boca, riscar uma parede, jogar agua na terra e fazer barro, ralar os joelhos e por ai vai.

Não nem se é só os 5 anos, pensei na idade, por ser uma idade em que a criança ainda não sabe LER AS ADVERTÊNCIAS, não tem noção do tempo, ainda não aprendeu as horas, nem os dias, nem os meses, e ainda esta aprendendo onde ela fica acordada, onde ela dorme, e uma série de comportamentos educacionais que afloram.

Escolhi os 5 anos também por que nessa idade, as salas de aulas, são coloridas, repletas de macinha, brinquedos, papel colorido, desenhos artísticos na parede, e qualquer arte (linda ou feia na perspectiva de um pai ou não) é bela, toda arte é linda, todo desenho, caricatura, sonho é bem chegado.

Quer mundo mais complexo, do que para um ser que ainda não tem capacidade de discernir tudo o que criamos como humanidade, mas que com 5 anos mexe em um celular, mais rápido e de forma mais lógica que um adulto.

Dê uma caixa de fósforo a uma criança de 5 anos, e veja o que acontece…claro, sem restrições mas com um cuidado supervisionado para não incendiar a casa.

As crianças vivem o momento, o presentes, não precisam saber o que é e pra que serve, para pegar, experimentar, fazer e descobrir novas habilidades.

Uma criança, tem todo potencial humano aflorado, durante o dia hoje falamos sobre uma teoria (ainda preciso referenciar e alguém me ajuda na sequência), que o ser humano tem 2 selfies permanentes, uma que é a aprendizagem, sua cultura, sua história familiar, sua formação, e tudo que vivenciou potencializando algo que ele aprendeu. A outra selfie é a selfie da criança, do impulso, de fazer qualquer coisa, de conexão, de vontades, de desejos.

As duas conflitam permanentemente em nossas cabeças, como o bom desenho o TICO E O TECO, ou os dois neurônios. Então, quando crianças temos mais o lúdico, a explosão, a alegria de segundos, uma tristeza que não fica marcada, e segue a vida. Na fase adulta, temos o correto e o incorreto, o certo e o errado, o CONTROLE EM TUDO.

No caórdico, não temos controle, temos sim a ordem, de alguém que já viveu uma experiência, e coloca apenas limites, ou um cercado de segurança, para que dentro deste espaço tudo possa ser testado, experimentado, como se fosse um parquinho de criança, onde podemos sentar e se sujar na areia, se dependurar nas barras, comer uma folha de árvore e regar as flores do jardim.

A complexidade, se resolve no caórdico, com a experimentação, com o teste, com a brincadeira, com o lúdico. E isso não vem de nenhuma teoria, vem apenas de observar uma criança de 5 anos interagindo e brincando em um espaço novo.

Como deixar os lugares que passamos, melhores do que encontramos quando chegamos?

Como deixar os lugares que passamos, melhores do que encontramos quando chegamos?

Como me sinto quando dou um passo grande na direção do incerto?

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