Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como tornar um espaço vivo, nutrido e em movimento?

A Simplify está me permitindo ser abundante em pensamentos, e por que não? mais de um texto neste dia? e mais de uma pergunta?

Ontem falamos sobre como a Simplify pode estar viva, a cada idéia um novo movimento, um novo teste, desde receber uma pessoa de forma diferente, até intencionar para que outras interações aconteçam.

Ontem eram 21:30 de um sábado, e estávamos sentados em cadeirinhas de praia, 5 pessoas em circulo, uns comendo frutas, outros tomando uma cerveja, outros tomando apenas água, tendo conversas sobre a vida, sobre nossas experiências, sobre como está sendo.

Estávamos sentados no espaço que agora tem um nome, ESPAÇO PRESENÇA, é simplesmente a calçada, um espaço publico que até ontem de manhã estava sujo e abandonado, e agora com cadeiras de praia era um novo lugar de conversa na simplify, o lugar mais aberto possível.

Em 14 anos morando em Porto Alegre, eu não tenho na minha memória, uma roda de conversa na frente de casa, numa rua mais comercial que residencial, numa cidade dita como violenta e perigosa, conversando e interagindo.

A essa roda de conversa, se aproximaram 2 garis, para em algum momento recolher o lixo, e por algum instinto, e pela abundância do momento, eles saíram cada um com uma latinha de cerveja gelada, para espantar o calor.

Em outro momento um individuo desempregado e no limite da situação de desespero, se aproximou, abriu toda sua vulnerabilidade escancarada para essas 5 pessoas sentadas conversando, e foi escutado, foi compreendido, acolhido, trocou abraços e seguiu seu caminho certo, de que no dia seguinte ele tinha onde ir, para poder colaborar com algo, trabalho ou troca, e certo de que talvez possa aprender algo novo, em um lugar vivo, que não existe remuneração, mas o trabalho é reconhecido a cada instante.

Esses dois parágrafos, podiam ser em qualquer lugar da cidade, e poderiam acontecer inúmeras vezes se estivéssemos realmente presentes e conscientes quando estamos em espaços públicos.

Essa ultima pessoa é o Jeferson de Rio Grande, só o conheço assim por enquanto com suas pinceladas de quem é. Mas só conheci ele e a história dele, por que já existe em Porto Alegre um espaço vivo, inclusivo e aberto que convida a mais interações diárias entre pessoas.

PARA QUÊ SIMPLIFICAR?

PARA QUÊ SIMPLIFICAR?

Como deixar os lugares que passamos, melhores do que encontramos quando chegamos?