Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Quando deixei de me reconhecer?

Acho que não deixei, mas como não registro estes reconhecimentos, muitas vezes me esqueço deles.

Aprendi com alemães, que aquilo que não é medido não existe. Infelizmente ou talvez felizmente, uma das formas de nos reconhecermos é com dinheiro, ou presentes comprados com ele. Se fizemos coisas legais nos pagam, e assim nos sentimos reconhecidos. Como esse é o único reconhecimento medido e registrado nos lembramos dele mas esquecemos de todos os outros.

Provoco por que é assim que me sinto, tenho me reconhecido por varias outras coisas que tenho feito, mas elas caem num esquecimento mais fácil do que as que fui reconhecido com grana.

Achei por um tempo que precisa reconhecer as outras coisas com grana, e talvez exista um equivoco nisso. O que preciso é registrar, e esse registrar não é somente por num livro, numa planilha ou anotar num diário.

Esse registrar se refere a parar, pausar o que estiver fazendo, respirar bastante, fixar a imagem daquele feito na memória com toda dedicação de presença, se for possível anotar, fotografar, perfeito, se não for, pelo menos que minha qualidade de presença seja digna de me reconhecer.

A ferramenta de reconhecimento mutuo existe está disponível, mas ainda acho cedo para coloca-la em escala prática. Esta ferramenta foi pensada para medirmos, e tornar isso visível aos outros.

Comecei dizendo que eu me esqueço e perco na memória o que é necessário reconhecer em mim, imagina se as pessoas que me conhecem pudessem visualizar estes feitos?

Qual o poder de uma intenção?

Qual o poder de uma intenção? (2/out)

Como prototipar a si mesmo?

0