Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como termos espaços cuidados para que conflitar não seja mais ruim? (2/fev)

Conflito comigo mesmo por ter ficado uma semana sem escrever, conflito com o outro pelo desconforto de algo falado, ou até mesmo quando alguém some de vista e não se despede, fico conflitando comigo mesmo no pensamento do que fiz errado para gerar isso.

O conflito interno talvez seja o pior de todos, temos questionamentos frequentes de certo e errado, julgamentos sobre si próprio de qual o resultado de uma ação frente a outros, são conflitos e paradigmas internos que seguidamente enfrento, reduzindo a frequência e importância no tempo, mas entendendo que essas vozes sobre mim mesmo vão e voltam de acordo com o contexto e cenário.

Se olho para o outro, quantos conflitos cada um de nós percorre por dia, na maior parte não falados, descontentamentos não nomeados, impressões e falsos julgamentos prejudiciais as nossas relações, falta de abertura para dar e receber um Feedback e por fim a incapacidade de evoluirmos uns juntos com os outros

E se, tivesse um espaço onde o conflito e a principalmente o viés positivo da aprendizagem através dele fosse estimulado, e cuidado uns aos outros para que sim, nos propuséssemos a evoluir juntos através da simplicidade das relações?

Não sei se esse lugar vai existir, mas o experimento Simplify tem me trazido frequentes aprendizados, inúmeras histórias, como uma nova percepção sobre o roubo por exemplo…

“Quando um ser rouba outro, ele esta sob algum mecanismo de sobrevivência, não pensando e agindo de forma irracional, soma-se a isso a fato que muito provavelmente quem foi roubado é dotado de uma estrutura de apoio e oportunidades capazes, de que o roubo alavanque a recuperação e muito mais além daquilo que foi roubado.”

É uma outra forma de olhar para o roubo, que é um conflito baseado em extrema violência e agressão. Posso somar ainda, que quem rouba, vive na irracionalidade da escassez, com foco somente em suprir o vicio, a fome, ou literalmente a sobrevivência. Já que no seu universo mental, o vicio é a própria sobrevivência.

Se consigo olhar para esse conflito com capacidades apreciativas de aprendizagem, todos os outros mais simples, banais e recorrentes tornam-se possíveis de olhar apreciativo e de aprendizagem na evolução coletiva. Só basta prepararmos um espaço cuidadoso para que isso aconteça.

Como comunicar descontentamentos sem ferir o outro?

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