Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que ocorre quando acordos não são ditos? (31/jan)

Simples, cada um faz o que quer e a vida segue…

Ahh, mas alguém fica chateado. Obvio, algum conflito emerge, e na maioria das vezes como não teve acordo, quem ficou chateado engole o choro, guarda a magoa no bolso, e continua abraçado na culpa de não ter acordado algo, ou esquecido deste acordo que agora no calor da situação era tão importante.

Aqui chego num ponto importante, o não acordo também é um acordo, o fato de aceitar que não podemos acordar tudo e que pior, não podemos acordar algo que não experimentamos ou não sabemos que vai acontecer…

Reticências por que eu podia ficar meses pensando no incordável futuro, não sei se a palavra existe, mas simplesmente tem horas que é melhor não acordar, é ir tateando o que for se apresentando e aprendendo com os sentidos.

Nesse ponto trago ainda mais importância para saber se permitir navegar em conflitos, posso passar o dia nesse mar, conflitando, conflitando e fazendo emergir novos acordos, tantos infinitos forem a ponto de eu esquecer todos eles. Sim imagine quantos acordos cabem na sua cabeça, na minha não muitos, eles vão se acumulando do que deveria ser feito, do que os outros imaginam que eu faria, e a listinha começa a ficar bem grande.

O conflito, e abraçar o conflito, me permite reduzir o número de acordos, com um acordo super importante, conflitou, converse, faça uma sugestão e veja o que aprendeu. Simples assim, pelo menos por hora, é a ferramenta que me ajuda a reduzir a necessidade de acordos intermináveis.

Imagine um contrato de consultoria, com tantos acordos que na hora de assinar tenhamos que descrever mais de 30 paginas, para o trabalho de 1 dia. Imagine agora que para elaborar esse acordo se gastou mais tempo que o trabalho em si. Qual a lógica disso? Não vamos longe, pense em toda cadeia de controle instalada na nossa sociedade, e faça a mesma pergunta, por que gastamos mais para controlar do que para fazer.

Me vem presente que quando o número de acordos ultrapassa o aceitável, eles começam a se tornar leis, regras engessadas, e bloqueios que limitam todas nossas possibilidades. E ai, nesse mar de regras, deixam de ser acordos, e começam a vir leis impostas.

Como acordar e entender que tudo se resume a relações?

Como acordar e entender que tudo se resume a relações? (1/fev)

Para que simplificar o respeito aos acordos que temos agora? (30/jan)