Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Se conversar em coletivo é positivo por quê ainda incentivamos o individualismo?

Indivíduos buscando soluções pra si sempre…por que será?

Incentivamos como sociedade o individualismo, almejamos e invejamos o sucesso individual, carreira, esportes, fama e por ai vai. Criamos conceitos tortos de sucesso e felicidade, incentivamos a competição, o uns contra os outros desde a escola até a fila de banco.

Sim os esportes coletivos são incentivados, mas sempre tem o craque, o que é escolhido primeiro, e é sempre sobre uns contra os outros, em jogos que sempre existe um perdedor. Não lembro de nenhum jogo ganha ganha quando eu era pequeno.

Meu tipo fisico era dos que perdiam sempre nas brincadeiras, e me sobressaia em outras em que o fisico não era importante. Estímulos, aprendi que a abundância e a escassez andam juntas, até mesmo para nos movimentar a competir em algo que somos bons. Se perdemos em uns jogos, encontramos outros em que ganhamos.

Os ladrões e assassinos usam do mesmo jogo, perderam muito por muito tempo e encontraram um jogo violento em que ganham mais vezes enquanto estiverem vivos e soltos.

Tudo isso é sobre individualismo, como incentivamos a cooperação, a colaboração? Quando e a onde, quais são os modelos guia, os exemplos na TV, os exemplos nos livros, onde estão?

O positivismo das conversas em coletivo no qual sou apaixonado, me força a procurar no mundo mais cases, mais exemplos em que o coletivo se sobressai, que o grupo unido em ganha x ganha, onde todos ganham evolui. Não é sobre socialismo e igualdade pra todos e não competição. É sobre competir com si próprio pra ser alguém melhor pra estar com outros fazendo juntos, e não vencendo outros.

Como me sinto quando me reconheço no outro?

Como me sinto quando me reconheço no outro? (10/fev)

Para quê conversarmos em coletivo?