Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como criar formas de dar espaço ao outro?

Seguidamente tenho entrado na zona do já sei, e de alguma forma limitado ou cerceado o outro na possibilidade do aprender. É sobre um excesso de cuidado da minha parte na intenção de mostrar o caminho sem permitir outros caminhos. limitando também o meu aprendizado.

Motivo o outro, mas ao mesmo tempo reduzo o espaço de experimentação do outro. O meu excesso de cuidado não da espaço para o outro experimentar e isso afasta. Não sei como fazer, quero aprender. Sei que existem implicações já experimentadas, é como se em alguns movimentos eu já soubesse o reflexo futuro e algo em mim me coloca em movimento de ação.

Com esses reflexos reduzo o espaço do outro. É chegado o momento de se recolher e ouvir. Dizer muitos não pra mim pode ser desconfortável e assim estimulante a experimentar outros movimentos. Dar espaço ao outro é sobre ampliar o espaço, de alguma forma reduzindo a minha participação nele.

O espaço também pode ser visto de outras formas…

Que tal se o espaço fosse grande e abundante o suficiente, que pudéssemos ocupar a nossa escolha da forma que sentimos, e que ao invés de dar espaço ao outro a questão é sobre oferecer que o outro ocupe o espaço. Uma oferta depende do movimento do outro e ele escolhe ocupar ou não o espaço. É difícil….e muito. Nascemos e crescemos com alguém nos fornecendo espaço de segurança e ficamos com essa dependência.

Para ir além do espaço de confiança precisamos de atrito, é a base da lei da fisico a respeito de movimento, aliviar o atrito nos torna mais fracos, vencer o atrito nos torna mais fortes.

Sobre a pergunta, que tal se o caminho é oferecer espaço com atrito suficiente pra nos tirar da zona de conforto.

Até onde vai minha zona de conforto?

Até onde vai minha zona de conforto?

Como vibro na minha essência da alegria?

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