Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que identifico na minha zona de extremo conforto hoje?

Hoje?

Anfitriar conversas, apoiar sonhadores a tornarem reais seus projetos. Fazer com que mais pessoas se conectem a algo e motivar, me sinto muito confortável em apoiar na motivação de outros, ou seja, motivar a ação.

Pode ser que mude amanhã, já que me pergunto todos os dias, o que faço melhor, o que faço tão bem que não me sinto trabalhando enquanto faço?

Talvez essa extrema zona de conforto, sejam atividades que não me geram esforços e são reconhecida por muitos. Como algo que me é natural, que faço sem saber que estou fazendo. Se não sei que faço, como identificar? Como tornar visível essas habilidades do hoje?

Me vem em mente grupos de conversa, uma necessidade minha de grupo de conversas sobre o que estamos aprendendo, sobre como estamos nos sentindo, e como podemos evoluir em um nível maior.

Talvez pelo olhar do outro, fique mais visível este setor da minha consciência sobre o que faço com o pé nas costas, como diria o ditado. Sei que é relativo a pessoas, sei que é relativo a novas formas, e tento não me limitar pelo olhar alheio. Pela não observância do que observo.

Volto para a pergunta objetiva O QUE? Atualmente hoje, o que me é natural é estar com o outro de todas as formas, e ainda assim nessas todas formas, me torna possível continuar evoluindo.

Como reagir quando mudam todos os parâmetros de algo planejado?

Como reagir quando mudam todos os parâmetros de algo planejado?

Até onde vai minha zona de conforto?

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