Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como liderar na complexidade?

Inspirando, motivando e incentivando as pessoas do teu entorno para a ação e aprendizado.

Não vejo outra forma de agirmos na complexidade, se foi o tempo de esperar o momento certo, todo momento é certo. Muitos planos muito pensamento e pouca atividade, essa é a percepção sobre mim e meu entorno por muito tempo, de que tudo precisa de um plano plenamente detalhado para ser feito, o que no complexo se torna inútil.

Qual a forma mais simples de agir? Encontrou? Faça, teste, de o primeiro passo, confie em si e nos outros para fazer. Se funcionar ótimo, se não, melhore e faça mais N vezes.

Já temos o que precisamos para fazer, pode ser que a necessidade de contexto não exista, e ao fazer essa é a nossa descoberta. Mas o que isso tem a ver com liderar?

Normalmente o líder é o que enxerga o caminho um pouco mais a frente, tem talvez habilidades de trazer outros juntos e dar a direção. Sim nunca esqueço que o papel do líder é servir, mas não a quem, e sim ao propósito que emerge do coletivo em que ele se encontra. Podemos liderar de todos os lugares, liderança não tem relação com poder, muito embora hoje seja fácil essa atribuição. Por coincidência ou não, o nome do meu primeiro cargo profissional foi “Líder de Filial".

Li muito, pratiquei bastante, de todas formas possíveis para liderar, mas por muito tempo isso se confundiu com gerenciar, gerir e muitas vezes mandar. Liderar está intimamente ligado com DECIDIR.

O líder sempre escolhe, ser líder de si mesmo é se permitir estar sempre em posição de escolha, de que caminho seguir, se isso é feito de forma decisiva e inspiradora, outros vem junto como apoio, ou como propulsores de um movimento na direção de algo.

Venho aprendendo que a horizontalidade das organizações é possível, que o empoderamento sistêmico e distribuído também é real, mas que ainda que todos estivessem empoderados, ainda assim precisaríamos de alguém batendo o tambor, dando o ritmo e contexto ao caminho a ser percorrido.

Não é sobre convencer ou conquistar, nem tampouco sobre dominar, persuadir ou mandar. O poder esta desassociado da liderança (no meu ver), é possível ser líder sem estar no poder, e é possível ter poder sem ser líder. Isso acontece o tempo todo nesta complexidade que estamos vivendo, poderoso que não lideram, e líderes desempoderados andando pelos cantos.

O líder, novo líder, o líder anfitrião, é aquele que acolhe, que percebe cenários possíveis, e escolhe a partir da sua perspectiva qual deles vai seguir, instigando e incentivando outros a irem pelo mesmo caminho, ou por outros caminhos ao mesmo tempo que válida qual deles serve melhor ao coletivo.

O bom líder toma sua decisão pelo contexto coletivo, pelo olhar sistêmico, pelo olhar do todo, me repetindo mas sendo incisivo o líder da complexidade precisa perceber a longo alcance, junto com seus times, precisa ser agregador o suficiente para que todas as perspectivas se somem e seja mais fácil descrever um novo cenário.

Precisa ainda estar cercado de pessoas que também lideram e o permitem liderar, cada um na sua máxima potência de habilidade, experimentando, testando e aprendendo a cada passo coletivo dado.

Sobre o como da pergunta, me perco nas infinitas possibilidades. Mas sim, o líder atendendo que soma perspectivas, agrega visões e abraça conflitos, é o líder que enxerga mais longe, e pode sentir, agindo e decidindo pelo que o seu coração manda no contexto do que sua mente percebe.

Como perturbar a escola de forma positiva?

Como perturbar a escola de forma positiva?

Como posso entregar mais valor para as organizações?

0