Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Para que tudo precisa ser transformado em negócio?

Negação do ócio, não ócio. Se existe trabalho, existe negócio.

Começo desta forma, refletindo não pelo bem ou mal, certo e errado, mas por que tornar as ações numa ótica de negócios pode ser salutar. Ser sustentável talvez seja gerar negócios em equilíbrio que mantenham minha despesas e tudo bem.

Tendo a olhar pra palavra negócio, associada diretamente a empresas, lucro e o sistema perde x ganha. Mas paro e olho para a primeira linha deste texto e reflito, por que não?

Por que não trazer um olhar técnico de gestão para tudo que se faz como um perfeito negócio. Eu sou um negócio de mim mesmo, com meus custos, receitas e atividades. Acabo de perceber que opero num regime de fluxo continuo e saldo zero, muitas vezes saldo negativo, pagando juros pelo que me falta em determinado momento.

Permanece na corda bamba, de não ter para o mês seguinte, de ter perdido o hábito de estocar e guardar, por entender que o importante é fluir. Só que esse modelo me traz medo, me imobiliza as vezes ao olhar que não gerar valor, que o não fluxo de receita pode me causar dor.

Ações sociais, ações pro coletivo, projetos de doação de tempo, de impacto necessitam coexistir como negócio, para prosperarem e não terminarem em fogo de palha. O entusiasmo em executar projetos de impacto me apaixona, mas para continuar entregando preciso transformar-los em algum nível em negócio. A circulação de valor precisa fluir, subsistindo e cobrindo meus custos, independente do volume que ocorra.

Quinta assisti uma palestra, em que a simplicidade de gerir negócio, é ter claro onde e como estamos, olhando para onde e como queremos chegar, trabalhando para ligar estes dois pontos numa viajem cultural positiva fazendo o que se gosta.

É com que a minha estratégia pessoal de desenvolvimento tenha que estar associada a negócio, o Rafa é um negócio em si, no conceito na forma, e no modelo.

Volto a pergunta, e tento a perceber hoje (posso mudar amanhã), que sim tudo que envolve trabalho e troca de valor tem que ter um olhar pesado pela ótica de negócio. Fugi por muito tempo, pensando que engajamento social ocorre quando não se tem negócio, mas me enganei, continuo enganado.

Trago dois exemplos, que são negócios, e promovem motor social.

Os patinetes Grin estão se espalhando numa velocidade incrível em Porto Alegre, é um negócio, mas facilita a vida de todo mundo, torna prático o ir e vir no meio do Rush, e por que não, torna simples a mobilidade em deslocamentos curtos, incrivelmente sendo um negócio atua na mobilidade social. Cria oportunidade para motoristas, comércios e todo um ecosistemas operar em conjunto, paralelo a ferramenta causando um melhor uso dos recursos tempo de todos.

O brechó infantil Passa Passará, é outro “negócio”incrível, imagine reduzir o consumo desenfreado, permitindo a troca e a ressignificação de roupas e acessórios infantis da primeira infância, através de um trecho GANHA GANHA GANHA, posso enquadra-lo definitivamente como um projeto Dragon Dreaming, assim como o Grin, reduzem consumo de combustível, e de roupas, reduzem regeitos, ressiginificam cada um na sua área importantes fatores sociais e são negócios.

É possível sim, e não só possível, é fundamental que as ações sejam negócios.

Mas se é negocio, preciso negociar? De que forma negociar?

O negociar tradicional envolve o ganha perde, e por que eu não posso experimentar outras formas de negociação, onde somo esforços e faço acontecer?

Fico pensando, que realmente tudo tem que virar negócio, mas negócio win+win+win onde todos ganhem, e a transparência atue comprometendo a todos, a economia +B me mostrou que é possível.

Como mudar o olhar do negociador e atuar no win+win+win?

Como mudar o olhar do negociador e atuar no win+win+win?

E se as tecnologias sociais fossem a verdadeira inovação do momento?

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