Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como a habilidade de utilizar os dois pés pode ser praticada? (3/mai)

Se não estou colaborando, aprendendo, aportando ou participando. Simplesmente pego meus dois pés e me movo a outro lugar.

Posso conversar com outros ou comigo mesmo, em qualquer lugar, a qualquer momento.

São acordos ou princípios adotados na ferramenta de conversa significativa do espaço aberto. Mas tenho percebido que elas podem ser utilizadas por mim em outros momentos.

Passei o sábado reflexivo, quando estamos em grupo e alguém não está, sentimos sua falta, sentimos a falta de alguém. Sempre me coloquei no lugar de estar presente o tempo todo, sempre que possível, em varias grupos de amigos e atividades. Não porque precise, mas por que gosto. Mas não tinha observado de perto como é o universo de quem escolhe se afastar, ou sair por período de tempo.

Quando escolhemos não estar, é por que escolhemos estar em outro lugar. Mas e quando escolhemos estar sozinhos, para refletir e pensar?

É preciso coragem para dar esse passo, não a coragem do guerreiro, mas sim o agir pelo que pulsa no coração, é seguir o instinto, seguir o coração. O recolhimento é essencial pra expansão, faz parte um do outro. Sair de um espaço para abrir uma conversa em outro é sempre possível. Não está escrito em lugar algum que não pode. Pode sim o inconsciente da pratica comum julgar tal ação como normal ou anormal.

E se, o anormal fosse o caminho?

Estive o dia no cuidar, no perceber o quão difícil é assumir essa posição de silêncio, de recolhimento e se afastar, deixar que as conversas que me encantam continuem. Escolhendo por um anfitriar de mim mesmo para me conduzir a outro espaço para uma conversa solitária e necessária.

Dar esse passo é corajoso, independente das razões e circunstâncias, o perigo está em se aprisionar nele e não querer sair deste espaço solitário. As ofertas de ajuda emergem, surgem de onde não se espera, esperando o nosso aceite, esperando o próximo movimento.

O sair de si mesmo também depende dos dois pés, é preciso escolher voltar ao convívio renovado, é preciso escolher ser ajudado e se permitir receber ajudar, é a mesma lei dos dois pés, sendo utilizada para um novo salto, um novo movimento e uma nova conversa para anfitriar a si e ao outro.

E se a comunicação de tudo que você faz estivesse invertida?

E se a comunicação de tudo que você faz estivesse invertida? (4/mai)

Quando a fortaleza de não se abrir nos aprisiona? (2/mai)