Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Desacelerar pra quê?

Para sobreviver e desfrutar…

Está rápido de mais pra mim, a velocidade do entorno esta acelerada. Desacelero em alguns momentos, mas ao entrar na pilha do que me cerca ou se vou de encontro a todos convites que chegam, o ritmo fica insuportável a ponto do meu inconsciente tomar conta a ponto de eu não perceber algumas falas ou sinais que emito.

É questão de sobrevivência, pois nesse ritmo alucinante que estamos não deixo tempo para cuidar de mim, uso seguidamente a frase “não tenho tempo pra mim”. Cuidar de mim é um ato de desacelerar.

É incrível pois escrevo isso varias vezes ao mês, me dou conta, me percebo, mas continuo acelerado não deixando tempo para cuidar de mim, troco o cuidado pela preguiça resultado da exaustão. Diria que é um movimento meio estupido, se me cuido, tenho energia, resolvo as situações mais devagar, mas focado o suficiente para não desperdiçar tempo. Como não me cuido, atropelo as coisas, muitas vezes sem o tempo necessário para pensar, chego ao fim do dia exausto e frustrado mergulhado em preguiça e vontade apenas de fixar os olhos numa tela grande emitindo distrações.

Desacelerar para conectar mais com os outros, para estar presente, para ao invés de ficar nas redes sociais, estar nas sociais de verdade no contato um com o outro, na proximidade, no olhar, no sorriso e no ouvir. Sim ouvir é um ato de desaceleração, falar menos, ouvir mais é um sinal de disposição a troca e a colaboração.

O que as dores revelam agora?

O que as dores revelam agora?

Por que negamos a simplicidade buscando complexidade nas coisas?