Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que as dores revelam agora?

Medo, sinais, feedbacks, talvez a lei da ação e reação.

Só vou no dentista quando dói, só vou no médico quando não me sinto bem, e vou seguindo nesse ritmo alucinante que só mudo a direção pela dor.

…Se não doer não gerou aprendizado,

…Tem que sofrer pra aprender,

…tem que passar trabalho pra aprender.

Foi assim que fui vivendo, aprendendo que dor é bom, que a dor ensina, será mesmo?

As dores físicas que sinto agora são resultado de abandono por muito tempo, são reflexos de não cuidado por longo período, resultam de movimentos meus na direção de não me importar com a dor, de seguir fazendo por que se dói é bom.

A idade ensina, dores que antes eu não me importava agora não passam, e vou além das dores físicas, as dores comigo mesmo, dores da minha história, dores dos meus atos, o que elas revelam agora?

Revelam que posso olhar pra elas por outra perspectiva, pelo positivo, que se escolhi doer é que escolhi isso em prol de outra coisa que me causou um bem, então a dor deixa de ser tão danosa, só que se agora sinto essa dor, essa experiencia me permite tomar novas escolhas.

Talvez escolhas sem dor…

Quando a confiança te permite ser leve?

Quando a confiança te permite ser leve?

Desacelerar pra quê?

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