Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como podemos evoluir através das experiências?

Evoluir a partir do que se viveu? Meio obvio não.

Quais histórias conto das experiências que tive? Como traduzo o que vivi em aprendizado que me permita evoluir? Sou capaz de me permitir celebrar e perceber o que evoluí?

A pergunta vai desencadeando outras já que o assunto é evoluir. Que valor tem as experiências que tenho tido recentemente? Como observador da minha própria história tenho realmente evoluído?

Talvez por que eu não pare para perceber minha evolução, fique fazendo perguntas e mais perguntas. Estamos todos evoluindo a todo instante, é assim que sinto, assim que vejo o meu entorno, nascemos para ir melhorando, as vezes achamos que estamos perdidos, piorando ou parados presos ao passado, quando nos sentimos assim é por que não estamos evoluindo e estagnamos.

Como é bom quando entramos num fluxo do aprender, evoluir e crescer rapidamente, dá aquela sensação de vitória. Mas como é ruim também essa velocidade ser rápida demais a ponto de não percebermos o que aconteceu e paralisarmos logo depois.

Tenho aprendido a dar tempo ao tempo das coisas, esse tempo se controle extremo tem me permitido a presença de observar o que acontece, anotar histórias, viver outros momentos. Hoje pude escutar um pouco sobre capitalismo consciente, de o quanto precisamos sair da inconsciência que estamos instalados, trocar mais, olhar que precisamos caminhar juntos gerando impacto positivo.

O discurso é lindo, a aplicação dificil, o famoso caminho do meio é algo incrível mas duro. Falamos sobre consciência, sobre estar reconhecendo os envolvidos, steakholders, sobre trazer todos pra perto, longe dos egos. Ao final menos da metade prestou a atenção no reconhecimento de entorno, ou não podia, ou estavam realmente presos na inconsciência. Não julgo a não consciência, mas as experiencias me permitem evoluir e aceitar que o que acontece é a melhor coisa que podia ter acontecido.

O espaço foi reconhecido, tudo fluiu bem ao final, mas fico me perguntando o quanto as pessoas estão conscientes do que esta acontecendo no seu entorno, o saldo positivo foi a experiência de convidar 50 pessoas a cada um empilhar a sua cadeira, e em 30segundos arrumarmos um salão, se estendeu também a ver que boa parte dos livros disponíveis foram vendidos, que bom quando conseguimos fluir os recursos disponíveis. Será que todo mundo percebeu?

Fiquei com a duvida, mas só posso avaliar a minha evolução, consegui apoiar ao que o evento acontecesse com alguns movimentos, mais simples, alguns mais caros, outros menos, mas fluiu, mais uma experiência, mais uma história pra contar nesse caminho que se espichou um pouco mais a partir de hoje.

Como contar a mesma história com perspectivas diferentes?

Como contar a mesma história com perspectivas diferentes?

Como me sinto quando escuto mais do que falo?

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