Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como pedir ajuda neste caso sem se colocar frágil ao extremo ou em posição de vitima? (15/abr)

Escrevi algumas vezes que só peço ajuda quando praticamente já não existe solução. E o discurso normalmente é baseado em culpa ou ressentimento de ter chegado nessa situação.

Parece que a fragilidade é fragmento necessário no pedir ajuda. Inconscientemente conectamos esses fatores diretamente e então ajuda se transforma em um pedido de socorro, os dois se confundem e se perdem em significado.

Escrevo bem depois o texto com a consciência da ajuda que pedi e recebi no dia 15, de que forma?

Ofereci um trabalho para um coletivo, um jornal, e trabalhando encontrei a forma de me permitir pedir ajuda. Chamei um amigo pra almoçar pra me escutar, e ver onde estou errando.

Chamei alguém pra conversar, e o universo não em enviou somente um mas sim dois, duas pessoas potentes pra me escutar e me dar direção, eliminar meus pontos de culpa e ressentimento me ajudando a colocar foco no que realmente importa, potencializando o que tenho de melhor.

Olhando depois parece simples…

Mas…

Mas não, SIM E fiz o pedido de ajuda sincero, mas ainda sem me colocar no ponto de fragilidade que me encontrava, talvez me esconda frequentemente na posição de forte, inteiro e bem pra tudo. Mas sou frágil, todos somos. Todos estamos frágeis em alguma situação perante a algo. Por que escondo? Por que escondemos? Aprendi a mostrar minha vulnerabilidade, mas e o que está mais embaixo, continuo escondendo?

Volto a pergunta, e reflexiono, por que não nos mostramos frágeis?

Qual o problema de demonstrar a fragilidade?

Qual o problema de demonstrar a fragilidade? (16/abr)

O que te paraliza? (14/abr)

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