Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Quando me conecto com a ancestralidade? (30/abr)

Inicio mais um fluxo de Art of Hosting.

A arte de anfitriar me leva para um lugar ancestral de conexão, juntos como time nos conectamos, depositamos intenções positivas, percebemos neste instante a potência do chamado que fizemos.

A confiança no tal CAMPO, permite me conectar com o ancestral, com o que veio antes, neste dia passam filmes de todos os art of hostings, todas as melhores práticas, vários rostos com contribuições pontuais no meu caminho.

Meu insconsciente se expande ao acender da chama, a vela ao centro traz no fogo a luz de muitos que já passaram por ali, por estes circulo, conecta uma energia que não sei dizer de onde vem. Simplesmente vem, existe, emerge e a recebo.

A energia ancestral de se permitir ser canal, se colocar em fluxo, traduzir em fluxo e cuidar para que o que aconteça o que tem que acontecer.

É incrível quando a expectativa é substituída pelo cuidado e pelo permitir deixar. É um confiar de que o universo vai apresentar respostas e situações que apoiam a pergunta, O QUE ESTOU APRENDENDO AGORA?

Me torno ancestral em algum nível, por mais uma vez abrir um espaço caminho de aprendizado a outros, me torno memória dos que irão chegar amanhã, mas sou caminho de memória dos que vieram antes. O respeito a ancestralidade não é só importante, é cuidado de energia para manter o campo fértil, é com retornar ao que veio, como referenciar quem iniciou no cuidado de manter a essência do que é mais genuíno e importante nessa comunidade.

Transbordo no olhar de me permitir ser canal de ancestralidade, de me permitir cuidar, entregar através do cuidado e não da ação, neste dia fiz a escolha de viver o Art of Hosting Protagonistas, através de uma outra posição, escolhendo estar mais no bordo, protagonizando pelo cuidado, me experimentando somente sentir, e fluir.

De onde isso veio não sei, mas a luz acessa na chama neste circulo me permitiu confiar e sentir, no compartilhar espaço de dialogo nestes próximos 3 dias.

Sobre quando? Quando a chama ascende, quando os olhos e cruzam na certeza que estamos a serviço do outro, a serviço de algo maior, esse olhar para a chama é como um olhar para todos que vieram antes e assim seguir honrando a história e a energia do campo.

Como é experimentar a fragilidade a força?

Como é experimentar a fragilidade a força? (1/mai)

Quando falamos de projetos colaborativos no mundo? O que brilha meu olho? (29/abr)

0