Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como se comportar na frente das câmeras?

ser eu mesmo não é tarefa fácil…

Em 2016 tive a oportunidade de me experimentar fazendo videos de mim mesmo para uma campanha de crowdfunding que realizei. Nos primeiros videos, acredito que gravava no mínimo umas 15 vezes, no meio das gravações errava, travava a língua, me sentia preso, ou não comunicando oque queria comunicar. Seguia o roteiro descrito em varias sites da internet, desenhe uma estratégia, escreva uma história a ser contada, treine primeiro e depois grave.

Não desmereço a vida de atores e pessoas ligadas a televisão e cinema, mas um video onde quero comunicar algo meu, sendo eu mesmo, sem dramaturgia parecia difícil de ser ensaiado. Como o desafio a época era publicar vários videos, convidando diferentes tribos, comecei a perceber que a naturalidade funcionava melhor, eu me sentia melhor me assistindo quando errava, quando era eu mesmo ali na câmera, ao natural, com a primeira gravação.

Quanto percebi, estava fazendo videos naturalmente, contando o que estava sentindo no momento conectado ao contexto do para quê eu queria comunicar. Foi ficando mais simples gravar vídeos de mim mesmo, para enviar aos outros.

Posteriormente em 2018 comecei a perceber que gravar videos de conversas virtuais que estava tendo também era mais natural, afinal, estávamos conversando abertamente em um ambiente de confiança, gravar e publicar também não seria difícil se eu estivesse sendo eu mesmo.

Trago estes contextos históricos, pois ontem fui convidado para uma entrevista num programa de TV, confesso que todo o preparatório, a agitação da apresentadora, e o contexto não me conectavam muito. Não sabia quais perguntas seriam feitas, e ao invés de me preocupar, escolhi falar sobre o que sentia no momento de cada pergunta. Busquei ser eu mesmo, como se não houvessem câmeras, não me preocupei se estava mal arrumado, ou mal vestido, não fiquei preso ao que deveria ser, simplesmente fui e apareci eu mesmo com minhas imperfeições.

Recentemente fiz o mesmo em uma entrevista num ambiente mais familiar, e percebi o quanto o ambiente interfere quando estamos na frente de uma câmera. Comunicar aquilo que sentimos, de um lugar partindo do coração, com verdade e naturalidade me parece o único caminho quando vamos falar de nós mesmos frente a uma câmera.

Já tive medo sim, já fugi de videos, já gaguejei e poucos sabem o quão gago fui na infância. Me fica simples olhar hoje e dizer que depois que percebi que não tinha nada de diferente, e que uma câmera tem o papel apenas de fazer um corte e replicar o que falamos a outros, ser eu mesmo ficou mais simples, mais natural e principalmente mais divertido ao me postar frente a uma câmera.

Como multiplicar cultura positiva nos meios onde passamos?

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Que mapas podemos fazer de nós mesmos?