Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Como costruir reuniões de vizinhos para gerar novas soluções coletivas?

Acho que escrevi algumas vezes nas duas ultimas moradas, sobre não conhecer meus vizinhos. Estava lendo alguns textos hoje e passei por esse momento mais uma vez, o não conhecer ou conversar com os vizinhos. Parece estranho para alguém do interior, mas nas cidades maiores e capitais isso parece bem comum.

Como mudei muitas vezes, ao todo 23 vezes nos últimos 19 anos, em muitas oportunidades não conheci os vizinhos, na maioria das vezes por acreditar que ficaria pouco tempo, e então não dedicava tempo a isso. Recentemente tenho me cobrado bastante sobre estas conversas de vizinhos, os aprendizados da Simplify tem me mostrado a importância do conversar com todos os vizinhos.

Fico pensando no como, recentemente fizemos uma confraternização, e convidamos os vizinhos da simplify. Como a maioria são prédios comerciais, poucos vieram. No meu prédio temos um grupo de WhatsApp, local pra reclamações e apontamentos do que não esta funcionando, poucas vezes sai alguma nova solução deste meio de comunicação.

Digamos que a simplify possa ser interpretada como um coletivo, onde os vizinhos se juntam pra conversar, vizinhos interno que ocupam com frequência o espaço e interagem com uma regularidade com ele, as reuniões de segundas feiras (frequentes todas as semanas), passaram a ser como uma reunião de condomínio, onde sempre surgiam propostas, soluções, reclamações e novos olhares sobre o que acontecia com todos.

Foi um experimento, mas fiquei curioso de como seriam conversas com os proprietários dos imóveis da rua, com os empreendedores que ali tem seus negócios, com as pessoas que passam por ali todos os dias, como seria? Temos um clube e 2 restaurantes de alta circulação, como seriam conversas com todas essas pessoas, para concriarmos soluções para a rua, segurança, iluminação, estacionamento, e por que não sinergia entre todos os negócios. Como seria?

Imaginei pequenos encontros, um banco de soluções e propostas, ações com chamadas de apoio, parcerias, descontos, movimentos com o próprio shopping que fica vizinho. Mapear estes recursos, conectá-los, aproxima-los a todos, quantas possibilidades? Me senti com vontade do movimento, mas de que forma, como propor, como iniciar, como construir?

Voltei a pergunta, e percebi que nos dias atuais as pessoas, em sua maioria, necessitam de benefícios para agir, pode ser uma causa ou algo em troca. Movimentos não surgem sem esta percepção de ganho. Penso mais um pouco e começo a primeiro buscar o que cada um tem a oferecer, como recurso, e quais suas necessidades, quem sabe uma conversa no um a um, montando um grupo associado a algo, afinal mais movimento, é sinal de segurança e negócios pra todos. Começando com as trocas, podemos gerar recursos, para nos reunirmos pra distribuir, afinal ninguém se reune quando falta, poucos querem distribuir os riscos, mas pode ser que ao distribuirmos a abundância de recursos que sobra, os movimentos sejam facilitados.

Como seguir quando partes de grupo demandam tempo para equacionar conflitos?

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Como falarmos de segurança coletivamente?