Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

Quando é hora de recuar?

Tem horas que insistimos, mantemos o time a frente mesmo sabendo dos riscos, mas o universo todo nos diz que é o momento de recuar, de voltar atras. E temos que decidir, dói, algo internamente diz que não, mas a dor do recuo é tão forte que fugimos dela o tempo todo.

Uso o recuo do morar, voltei pra Poa esperançoso de uma série de movimentos conexões possíveis e um retomar de carreira positivo. As situações e meus movimentos não saíram como o esperado, travei, procrastinei, me perdi em algumas situações, e as expectativas financeiras não aconteceram. Ter que abandonar um imóvel onde se gosta e se está bem, para ir pra outro menor, de menor custo, onde se exige todo um esforço em mais uma mudança, a 24ª. É um recuo simples quando se mora sozinho, mas doído quando se está em família. Tem que ser feito. Não tem jeito.

Vem todos os pensamentos possíveis, as escolhas já feitas, as escolhas não feitas, todas as possibilidades, uma analise de toda ordem possível, e todas elas apontam na mesma direção. Há que ceder, aceitar e RESSIGNIFICAR, digo isto por que esta ferramenta é a que permite dar a volta, noutra direção.

O conflito interno existe e podemos ficar vibrando na dor, ou ressignificar e colocar outros ingredientes na situação para positiva-la. Um recuo sempre pode ser positivo, já passei por alguns, e na maioria vibrei na dor e levei mais tempo para dar a volta, penso que se agora com outras histórias e ferramentas em mãos posso apreciar por outro ângulo, me resta sim recuar, com alegria, com outros pontos positivos e sonhos possíveis, para poder tomar as escolhas, fazer o que tem que ser feito e adiantar no futuro.

Onde a paixão se conecta com o que se faz?

Onde a paixão se conecta com o que se faz?

Como resgatar a empatia comigo mesmo?