Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

E se mesmo numa montanha russa de emoções, pudéssemos olhara para o que de melhor aconteceu? (5/ago)

O dia dos boletos, uma segunda feira com manhã de domingo pra descansar da jornada do final de semana. Um susto com uma capa, a surpresa de mais uma reação violenta com um amigo. Um sol gostoso depois do almoço, uma conversa sadia de pai e filho, lagrimas por mais um prejuízo, sentimentos pelo descompasso de si mesmo, constelações sistêmicas com pai e mãe que destravam um universo de possibilidades somado ainda uma conversa linda de 3 horas sobre grana, sobre corresponsabilidade, sobre sustentação e sobre acreditar no sonho.

Foi um dia intenso, rico em aprendizados, uma montanha russa de emoções, de reações, de falas e escutas e de observações, mas o que de melhor aconteceu?

Poder reconhecer a grandiosidade do meu pai frente a toda constelação de almas por trás dele, como meus já não presentes fisicamente vô e vó, e seus antepassados num movimento sistêmico de olhar para o caminho percorrido até a minha existência honrando tudo que existiu até aqui, assumindo minha parte, honrando, reverenciando e reconhecendo tudo e todos talvez tenha sido o que de melhor aconteceu. Poder se emocionar sem sentir dor, sorrir e chorar, e ver que tudo faz parte de um caminho, permite continuar e acreditar que tudo acontece para o bem maior.

Checkar comigo mesmo durante o dia se estou louco ou fora de prumo, e ao mesmo tempo ao final do dia perceber que é uma caminhada forte de autos e baixos, e que mesmo com todos os baixos, sempre acontece algo de especial me permite ver que o barato da montanha russa são os suspiros e sustos das decidas, e os alívios e calmarias das subidas, e que em algum lugar no topo algo novo é visto, percebido e a emoção que fica é daquele segundo essencial durante o dia que sim vale mais que o dia todo, e as vezes simplesmente não percebo ou não reconheço, que bom que me permiti olhar pro que de melhor aconteceu, mesmo tendo sido um dia extremamente desafiante.

Quais gatilhos te tiram do sério?

Quais gatilhos te tiram do sério? (6/ago)

Quais perguntas te tocam quando experimentas reconhecer? (4/ago)

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