Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O tempo de fluir e perceber, e o tempo de focar, como objetivar sem deixar de subjetivar?

Tudo ocorre no tempo, no agora, neste instante.

Penso em como escrever de forma objetiva, olhar pra pergunta, focar numa linha de raciocínio, mas ao mesmo tempo me questiono como deixar o texto aberto, interpretativo e convidativo a cada um que o lê tenha a sua percepção no seu contexto.

Não sei se esta escrita ocorre sempre, mas ao olhar para pergunta, percebi que sim, de alguma forma escrevo objetivamente para expor minha opinião mas deixo sempre aberta a leitura para outras possibilidades. Dessa forma não determino o que escrevo, somente trago uma percepção.

Falar do texto me fez perceber como fluo nesse objetivo e subjetivo ao mesmo tempo, e trago o contexto em que essa pergunta emergiu.

Ao assistir alguns videos do Oswaldo Oliveira no ultimo domingo, em uma de suas falas percebi algo riquíssimo sobre subjetivar e estar aberto ao que emerge, perceptivo e presente para todas as possibilidades, o que permite abundância em todos os sentidos, e que também é necessário em algum momento focar, escolher e ir numa direção objetiva para concretizar, para fazer e ai com isso aprender.

Esse fluxo descrito no movimento dimensional do Torus, me permitiu perceber alguns ciclos, onde simplesmente não consigo fazer, objetivar e concluir coisas, ficando esperando, observando, captando e conversando para ver o que acontece, e em contra pontos, em outros momentos totalmente na espada, no já, fazendo, indo em direção a ação pra ver o que emerge.

Descrevo como uma dança, olhar para uma direção e ir, sem deixar de perceber o caminho que se esta percorrendo, atento aos aprendizados, desvios, oportunidade e novidades na interação ao longo deste caminho, é como se fosse uma descrição desse fluir, e depende do que estamos dispostos ou programados pra perceber, depende de cada um na sua individualidade, de escolher, perceber, entender, compreender, interagir e fazer.

Quer aprender? Objetive e faça? Quer colher informação, fique observando.

Não tem certo e errado, ambos existem e se complementam, quanto maior a abertura maior o campo de possibilidades, quanto mais foco e direção, melhor a velocidade e quantidade de resultados.

O caminho do meio sempre vence, então se transformar algo em números, permita também colher percepções, emoções e pensamentos do que ocorreu.

O que fazer com o EGO?

O que fazer com o EGO?

De que forma observar o pensamento não linear? (26/ago)

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