Viver em colaboração amando-me.

Sou um homem forte, confiante, comprometido e livre. Vivendo o presente, compartilhando amor, sabedoria e alegria.

Apaixonado por colaboração, acredito que a abundância de recursos está diretamente associada a conexão das pessoas com propósito comum.

O que fazer com o EGO?

Putz, ele de novo, dizendo que já sei, que conheço e que quero ser reconhecido.

O Ego está ali, nos pensamentos e nas emoções, grato Marcello Lacroix pela provocação e pensamento.

Combater o Ego, ou aprender com ele? Como conduzir meus pensamentos sobre mim mesmo, minhas emoções com o que acontece de bom e de ruim. Imagina uma plateia te aplaudindo, o sentimento de alegria e entusiasmo ali são frutos do ego se achando.

Pense no desprezo depois de algo feito, o ego também esta ali cobrando reconhecimento.

O egoísta, pensando só nele, na emergência dele também se carrega de ego, sem certo ou errado, já que alguém em estado de sobrevivência imediato pode acessar o egoísmo com uma naturalidade impar.

O ego fora de contexto isola, limita, me reduz a eu comigo mesmo num canto, o ego também faz sentir quando estamos com o outro, com o nós. E não eu ou nós, é sobre o que penso e como me sinto ao contato com o outro, na interação, na troca, na conversa e na relação.

Realmente não da pra fugir do ego. Quero o melhor pra mim sempre, e quando falo, expresso o que penso e o que sei de um lugar só meu que não pode ser interpretado pelo outro sem contexto. Falar demais é egóico assim como falar de menos também. Tudo gira em função do Ego.

Ouvi pelo Dominc Barter que todo ser humano quer ser amado e reconhecido, é uma necessidade universal. Se essa necessidade é explicita ou não é que é o problema, não falamos o que desejamos, pensamos ou sentimos, podemos negar, mas esta ali, naquela vozinha que fala em nossa cabeça o tempo todo, é o Ego.

O que fazer com ele? Dar voz, praticar a verdade, se sinto e penso, comunico buscando entender a melhor forma de acolher este ego, essa voz, dando luz a ela e deixando transparente no contato com o outro. A verdade sempre vence, e a intenção transparecida sempre contorna qualquer relação. Do ego também sai a raiva, e a reação, a autopunição, o autojulgamento, mas também em contraponto é do ego que traduzimos a aceitação, a complacência, a calma e o autocuidado. Esta tudo no todo, e o todo no tudo.

Perceber, treinar, praticar, falar, transparecer e confiar, talvez sejam medidas de um tom no cuidado consigo mesmo frente ao outro, para que a relação entre nós contemple os nossos egos.

E se a profissão fosse só uma ferramenta e não um destino ou área?

E se a profissão fosse só uma ferramenta e não um destino ou área?

O tempo de fluir e perceber, e o tempo de focar, como objetivar sem deixar de subjetivar?

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