• Rafael Urquhart

Como tem inspirado através das tuas histórias?

Inspirado e expirado, continuando o fazer.

Impossível saber como inspiro, pode ser pelo exemplo, pode ser pelos erros, pode ser pela tentativa das busca da verdade, pode ser ainda pelo não saber, pela humildade ou pela arrogância.

Acredito que cada um tem a sua visão, a sua percepção. São infinitos os paradigmas e conflitos em mim ao olhar de cada um que interage comigo. Portanto me delicio com o não saber em mim das histórias e aprendizados que proporciono aos outros independente do nível de inspiração que é gerado.

Que bom seria se tudo fosse documentado por uma única perspectiva.

Mas não é, por mais cuidadoso o trabalho, sempre vai existir uma vírgula ou uma lacuna não preenchida que desconfortou alguém. Por padrão isso não é falado, o conflito não é criado e a aprendizagem sobre a partir dele é desperdiçada. Reforçamos o que foi legal, o que foi bom, esquecendo que a inspiração não vem só daquilo que admiramos mas também do que aprendemos ao repudiar ou discordar com algo.

Talvez minhas histórias causem repulsa e indignação, por que não? Se assim for, será que isso não cria um contexto de mudança e ação, de correção de rota?

Pois é, talvez eu inspire por formas que serão ainda descobertas, ou talvez não inspire ninguém. Se for possível que eu inspire alguém, ao menos duas pessoas, já estarei por contento, principalmente se essas pessoas forem meu filho Benjamin e minha filha Caroline. São eles os beneficiados diretos pelas histórias que registro enquanto estou por aqui porem impactados ou inspirados possivelmente outras serão por eles.

Como simplificar a auto-cobrança?

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