top of page
  • Foto do escritorRafael Urquhart

Como termos espaços cuidados para que conflitar não seja mais ruim? (2/fev)

Conflito comigo mesmo por ter ficado uma semana sem escrever, conflito com o outro pelo desconforto de algo falado, ou até mesmo quando alguém some de vista e não se despede, fico conflitando comigo mesmo no pensamento do que fiz errado para gerar isso.

O conflito interno talvez seja o pior de todos, temos questionamentos frequentes de certo e errado, julgamentos sobre si próprio de qual o resultado de uma ação frente a outros, são conflitos e paradigmas internos que seguidamente enfrento, reduzindo a frequência e importância no tempo, mas entendendo que essas vozes sobre mim mesmo vão e voltam de acordo com o contexto e cenário.

Se olho para o outro, quantos conflitos cada um de nós percorre por dia, na maior parte não falados, descontentamentos não nomeados, impressões e falsos julgamentos prejudiciais as nossas relações, falta de abertura para dar e receber um Feedback e por fim a incapacidade de evoluirmos uns juntos com os outros

E se, tivesse um espaço onde o conflito e a principalmente o viés positivo da aprendizagem através dele fosse estimulado, e cuidado uns aos outros para que sim, nos propuséssemos a evoluir juntos através da simplicidade das relações?

Não sei se esse lugar vai existir, mas o experimento Simplify tem me trazido frequentes aprendizados, inúmeras histórias, como uma nova percepção sobre o roubo por exemplo…

“Quando um ser rouba outro, ele esta sob algum mecanismo de sobrevivência, não pensando e agindo de forma irracional, soma-se a isso a fato que muito provavelmente quem foi roubado é dotado de uma estrutura de apoio e oportunidades capazes, de que o roubo alavanque a recuperação e muito mais além daquilo que foi roubado.”

É uma outra forma de olhar para o roubo, que é um conflito baseado em extrema violência e agressão. Posso somar ainda, que quem rouba, vive na irracionalidade da escassez, com foco somente em suprir o vicio, a fome, ou literalmente a sobrevivência. Já que no seu universo mental, o vicio é a própria sobrevivência.

Se consigo olhar para esse conflito com capacidades apreciativas de aprendizagem, todos os outros mais simples, banais e recorrentes tornam-se possíveis de olhar apreciativo e de aprendizagem na evolução coletiva. Só basta prepararmos um espaço cuidadoso para que isso aconteça.


Como comunicar descontentamentos sem ferir o outro?

0 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

...e se tudo fosse sobre aprender?

Uma premissa básica talvez? Uma constatação quem sabe? Triste ou feliz, tenso ou relaxado, rico ou pobre, bem ou mal, sei la quantos outros paradoxos extremados binários em que por padrão comum carreg

E de fato o que é sonhar?

Um verbo. Pronto, até aqui concordamos todos. Este é o limite do meu consicente, do pensar, do entender que consigo conectar com qualquer um que me lê, até o meu eu do futuro. O que é? Para quem? De f

Comments


Post: Blog2_Post
bottom of page