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  • Foto do escritorRafael Urquhart

E se conectássemos tudo com a mesma direção?

Direção coletiva?

Sim…

Quando todos queremos juntos e intencionamos numa direção as forças do campo e do universo colaboram.

Começo pensando como impulsionar uma cidade nessa direção, ao invés de questionarmos e julgamos a cada passo, olhássemos todos juntos para dar um passo firme por vez e fazer.

Venho me questionando quanto tempo discutimos o como, as formas, planejamentos, estruturas e mais estruturas que no final consomem tempo e acabam em algum lugar nos engessando.

Ao discutir o como, discutimos as divergências mas na maioria das vezes não estamos preparados pra convergir, é como se no final a energia gasta no pensar seja muito maior do que no fazer. Trabalhei muito tempo em planejamento e sei o quanto é positivo. Só que quando atingimos um nível de emergencia, onde planejar não da mais tempo o que resta é a ação, o fazer agora.

Se fazemos todos juntos, com a pré aceitação ao erro, todos evoluímos e aprendemos juntos. Se todos focamos na mesma direção, se tropeçamos nos abraçamos e continuamos juntos, se um se distancia, todos o puxam pra perto, e de alguma forma nos conectamos de um lugar mais profundo.

Mas o que é conectar tudo?

No cenário que venho percebendo é conectar todos os atores, os públicos, privados, os entusiastas, os com tempo, os sem tempo, os que tem a força, os que tem.o dinheiro, num olhar de que todos queremos no final das contas um Rio Grande do Sul melhor. Se expressamos o para quê, em algum momento chegaremos a um lugar melhor para os nossos filhos, e é isso que nos conecta e nos pões na mesma direção. Se isso acontece, o feito é melhor do que o perfeito, e um passo por vez podemos até mesmo mudar um estado. Quem sabe, tomará que sim, que aprendamos a nos conectar todos na mesma direção.

Quando um fluxo lindo termina, o que fazer?

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