• Rafael Urquhart

Então para quê a SimplifY pra ti?

Para me apaixonar pela vida…

Me sinto, neste momento, apaixonado por viver esse momento, por poder esperar ansioso pela chegada do meu filho Bejamin e dizer para ele que algo nasceu junto com ele, e que o mundo que ele vai chegar vai ser diferente do que quando ele não existia, e que não vai estar sozinho. Posso dizer que o meu mundo vai ser o do antes do Benjamin e depois do Benjamin, como já foi também o mundo antes da Caroline e depois da existência da Caroline.

Estou apaixonado pela SimplifY da mesma forma e intensidade que alguém se apaixona por um filho, não pela casa, não pelo espaço, mas pelo conceito/forma e pela metáfora que a SimplifY pode se tornar no coração de cada um que interagir com ela.

Para quê simplificar para mim?

Para quê simplificar a prosperidade?

Para quê simplificar a alegria?

Para quê simplificar o Silêncio?

Para quê simplificar o laborioso, o trabalho?

Para quê simplificar a vulnerabilidade?

Para quê simplificar a escolha?

Para quê simplificar os sonhos?

Para quê simplificar a leveza?

Para quê simplificar a colaboração?

Para quê simplificar as intenções?

Para quê simplificar o CAOS?

Para quê simplificar as idéias (ahaas)?

Para quê simplificar a Liberdade?

Para quê simplificar o Acolhimento?

Para quê simplificar o acesso?

Para quê simplificar a presença?

Para quê simplificar a celebração?

Amorosos 17 espaços, para simplificar o amor nas relações e interações entre indivíduos e também o meu coração.


A SIMPLIFY PARA MIM É COMO O AMOR DE UM PAI/MÃE POR UM FILH@.

É difícil explicar toda a experiência da ma/paternidade para alguém que ainda não a viveu, é mais simples convidar para que experimente e que cada um possa contar a narrativa da sua experiência de como é ser Pai ou Mãe.

Como lido com as crenças limitantes que me assombram?

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