• Rafael Urquhart

Por que ficamos mais fortes quando alguém nos diz que não podemos?

Ninguém segura um teimoso motivado.


De duas uma, ou ele vai até aprender algo novo que o leva a outro caminho, ou sua obstinação faz com que encontre a solução que buscava.


Me coloco nesse lugar do teimoso, e é incrível quando me motiva quando alguém me diz que não posso, não por que eu goste de desafiar a lei, tirando o contexto do legal de fora, deixo todo o restante do contexto disposto a romper o padrão e a visão linear limitada.


De verdade se alguém diz que não pode parece que é mais tentador.


\Fico observando o Benjamin meu filho, é incrível a disposição dele pra coisas que dizemos que não pode fazer, e mais incrível ainda é a insistência de tentar fazer, do jeito dele é claro. Nessa diversão de tentativas, frustração, raiva, perigo e choro sempre surgem novos caminhos, que no final resultam naquela frase adulta condescende, "ok, assim pode."


De alguma forma esse padrão de busca de autorização vai se formando, é como que ok alguém dizer que não dá, mas eu me coloco a descobrir outras formas para buscar aprovação, e num segundo momento vencer essa barreira.


Descrevo a situação a partir da minha experiência, lembro das situações quando estava empreendendo com excursões de estudantes em 2001, até a décima viajem sempre tinha alguém me dizendo, "abandona isso, olha o risco, vive só te estressando por tão pouco.", e eu respondia que não pararia até acontecer da forma que estava imaginando. Realmente insisti, ajustei valores, propostas, forma de contato, ferramenta de controle, adenda, times de apoio, e com toda sua dor de cabeça, foram as viagens que responderam por boa parte da minha renda no período da faculdade em 2002 à 2004.


Tem muitas outras histórias que desisti, como o movimento frustrado de tentar trabalhar na Espanha após minha especialização em Inovação, e tantas outras histórias de colheitas de aprendizados onde não me arrependi de ter ROMPIDO O PADRÃO.


Que bom que existem limites e melhor ainda que da prazer quebra-los. É este rompimento de conforto e desconfiança que nos permite evoluir, inovar, crescer, inspirar e encontrar novas formas, A NOSSA PRÓPIA FORMA.


Se tudo evolui? Será que sonhos também são evolutivos?

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